Pouca Calma Nessa Hora.

Com todos os respeitos aos que pedem calma neste instante eu digo que talvez o grande defeito do nosso povo seja essa parcimônia religiosa e a mansidão civil oriunda das falsas crenças pacifistas embutidas nos nossos genes nos últimos 513 anos.

O povo que se manifesta neste momento nas ruas brasileiras é pacífico e ordeiro.

Porém, perdeu a “tal calma” diante da insensatez dos políticos e alguns empresários brasileiros que ROUBAM e USURPAM o nosso país acreditando que como somos “mansos e calmos”, nada lhes acontecerá.

Precisamos mudar este conceito de brasileiros calmos, mansos, tenebrosos, receosos e MEDROSOS. Continue lendo

O genoma da nossa guerra civil.

Artigo publicado no dia 17 de junho de 2013 no Facebook.

O que está acontecendo com o Brasil? Questiona a elite e a politicagem brasileira estupefatas com as manifestações públicas que tomaram conta do nosso país e, aos poucos, dominam as cidades e obrigam a mídia sempre comprada renderem atenção especial e principalmente divulgação aos fatos.

Vocês não sabem o que está acontecendo por aqui?

Vocês não estão vendo o que está acontecendo em Pindorama? Continue lendo

Quando a minha hora chegou.

Por Roberto Carlos Rodrigues.

Pfogeor fim vieram buscar-me. São seis e cada um tem o seu lugar definido neste translado. Na porta da casa outros também estão postados e esperam suas vezes de ajudar-me na viagem. Uns estão tristes, outros surpresos. Uns estão até orgulhosos e outros são insossos feitos os perfumes das margaridas murchas que exalam no canto da sala. Num canto da varanda alguém choraminga. Outra soluça escondida. A maioria está em silêncio. Assim eu saio desta vida como cheguei, mudo e cheio de planos, sempre nas mãos de alguém.

A rua não está clama e algumas crianças acompanham a minha partida a distância. Elas têm medo de mim e do meu silêncio infinito. Eu lembro que eu também era assim na minha adolescência sem rédeas. Algumas mulheres velhas olham minha partida e cochicham alguma coisa. Umas estão orgulhosas por tem mim conhecido. Outras querem ser somente testemunha deste instante. Continue lendo

Gabriela Banguela – Os sonhos e os pesadelos da Região Cacaueira do Sul da Bahia.

Gabriela Banguela.

Os sonhos e os pesadelos da Região Cacaueira do Sul da Bahia.

Por Roberto Carlos Rodrigues.

Capitulo 02 – A Senha da Riqueza.

“E como não havia mais terra para conquistar
– muito menos para comprar -,
os coronéis não sabiam o que fazer do dinheiro…”.
Jorge Amado, São Jorge dos Ilhéus.

Cópia de GABRIELA BANGELA FOTO

Até os anos oitenta do século passado quem nascia ou vivia na Região Cacaueira do Sul da Bahia era visto por todo Brasil como uma pessoa muito rica. Ser cacauicultor era a senha da riqueza e a chave de todos os cofres, portas e possibilidades. Mesmo as pessoas que não tinham uma dúzia de amêndoas secas de cacau no bolso ou nas barcaças, mas diziam que eram fazendeiros do Sul da Bahia, tinham tudo aos seus pés. Nesta região brotavam todos os tipos de sonhos. Os reais e os imaginários.

Até mesmo os parentes de quadragésimo oitavo grau dos fazendeiros de cacau usufruíam as benesses dos frutos de ouro. O cacau era como o sol para essa gente. Tudo orbitava sobre seu aroma. Ela era a vida para muita gente e a eternidade para os mais crentes.

Por todo o Brasil e por muitos lugares no exterior ‘o povo rico do Sul da Bahia’ era conhecido como gastadores natos, esbanjadores e farristas luxuosos. O cacau dava extraordinárias condições de vidas para quem tinha uma fazenda, uma roça ou até mesmo para o simples meeiro. Plantar cacau não só gerava riqueza, mas também adubava os sonhos e desejos de muita gente.

Quem bem sabia do tratamento fino, requintado e excepcional provocado pelo cacau eram os fazendeiros do Sul da Bahia que precisavam viajar pelos destinos do Brasil ou até mesmo para o exterior. Nessas ocasiões, quando os ‘cacauicultores’ precisavam preencher os seus dados pessoais nas fichas de hospedagens dos hotéis luxuosos ou pousadas bucólicas e nelas escreviam o local de origem como ‘Ilhéus’ ou ‘Itabuna’, logo era identificado pelo recepcionista do estabelecimento com “um ricaço” de Ilhéus, “gente de cacau”, “filho de fazendeiro”, “um barão do chocolate”, alguém importante, endinheirado e cheio de adjetivos pomposos. Um rico. Sem delongas. Continue lendo

No carnaval, As baronesas vão desfilar nas praias de Ilhéus.

IOSPor Roberto Carlos Rodrigues

O problema das baronesas nas praias de Ilhéus não é em si, ‘um problema’, mas sim o reflexo do descaso regional quanto ao assassinato coletivo do Rio Cachoeira. Por outro lado há de se considerar que as baronesas filtram a bruta poluição descarregada diariamente nos 300 quilômetros deste rio. Ou seja, as baronesas não são as vilãs desta história. Na verdade, um pouco de vida que ainda há neste rio se deve ao trabalho da natureza através das baronesas.

O Rio Cachoeira, da sua nascente na Serra da Itaraca nos limites lestes do município de Vitória da Conquista até a Baia do Pontal em Ilhéus,  recebe água de dezenas outros rios (principalmente os Rio Colônia e Salgado) e centenas de riachos e aguadas e banha dezenas de cidades da Região Cacaueira. Neste percurso o Rio Cachoeira é apenas um esgoto aberto catalisando dejetos de todas essas localidades. Por conta disso, a poluição do rio favorece a ‘adubação’ das baronesas que se alastram por todo leito até pouco acima do Banco da Vitória.

Não se ver baronesas no trecho entre Banco da Vitória até a Baia do Pontal devido a salinidade das águas do Oceano Atlântico, que por força das marés sobem até a altura dos fundos da Casa da Criança Daniel Rebouças. A partir deste ponto as baronesas dominam mais de 70% do trajeto do Rio Cachoeira.

Para resolver o problema da invasão das baronesas nas praias de Ilhéus teria de se criar uma força tarefa nas cidades banhadas pelo Rio Cachoeira de Itororó até Ilhéus e trimestralmente remover essas plantas deste rio e seus afluentes.
Fazer barreiras para conter as baronesas nos limites do município de Ilhéus é simplesmente impossível. Haja vista o volume das plantas neste local e principalmente a força do rio em suas enchentes. O mais correto é uma ação conjunta regional para que o problema seja seccionando-a por municípios.

Quanto o uso das plantas com biocombustível é uma excelente alternativa a ser estudada.

Localmente, a prefeitura de Ilhéus, – velha conhecedora do problema das baronesas do Rio Cachoeira -, devia efetuar limpezas periódicas destas plantas, – não nas praias invadidas e poluídas -, mas sim entre os bairros de Salobrinho e Banco da Vitória. Nesta região, devido a baixa profundidade da água do Rio Cachoeira, pode-se operar facilmente tratores e caminhões nas margens do rio ou nas três pontes ali existentes.
Pelo visto, o problema é regional. Porém, a solução é local. Por certo, uma equipe de 15 caçambas e alguns tratores em apenas 10 dias poderia retirar milhares de toneladas das baronesas do Rio Cachoeira no município de Ilhéus.

Sabe porque a prefeitura de Ilhéus não faz essa limpeza? Não é falta de recursos financeiros, pois a operação será feita nas praias ilheenses de qualquer jeito. É falta de vontade de fazer.

Porque simplesmente agir nunca foi o forte dos que ocupam os cargos de prefeitos de Ilhéus.

Todos eles preferem as explicações em detrimento as soluções. Todos, sem exceção!
Enquanto isso, as praias da Princesinha do Sul mais parecem um chiqueiro abominável onde por fim chega o vómito do moribundo Rio Cachoeira.

Que Iemanjá tem piedade dos seus falsos amantes.

Começa organização de condomínios do Minha Casa Minha Vida.

Minha Casa Minha Vida - Foto Roberto Santos (Secom Ilhéus) 2[4]A partir da próxima terça-feira (05), a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social começa a realizar, junto com a RVC Assessoria e Consultoria Ltda, reuniões com os moradores dos conjuntos habitacionais do programa Minha Casa Minha Vida, com o objetivo de orientar para o processo de formação dos condomínios do local. Durante as reuniões, os moradores de cada empreendimento irão receber orientações, esclarecimento de dúvidas, e atendimento em relação à convivência em condomínio.

De acordo com o secretário de Desenvolvimento Social, Jamil Ocké,  o objetivo da secretaria, com os encontros, “é mostrar aos novos moradores que eles devem cuidar dos seus imóveis com bastante zelo e garantir a tranquilidade na convivência com os outros condôminos”. A equipe técnica irá orientar os moradores com questões primordiais como eleição e acompanhamento da gestão do síndico, padronização do imóvel, organização e utilização do espaço coletivo, coleta de lixo, participação em assembleias, criação de animais de estimação, entre outros. Continue lendo

Quanto mais desgraças, melhor para as TV’s brasileiras.

Por Roberto Carlos Rodrigues.

Quem acompanhou a tragédia do incêndio da caverna, – dita como boate Kiss -, na cidade de Santa Maria, no Estado do Rio Grande do Sul, no último dia 27, quando morreram 232 pessoas, assistiu neste domingo o mais puro deleite do sensacionalismo televisivo brasileiro. Todas as redes de televisão exploraram ao máximo a tragédia, sem se importarem com a dor das pessoas (pais, mães, irmãos, colegas, amigos etc.) e principalmente para a perda intelectual para o nosso país. Afinal, perdemos jovens com menos de 25 anos de idade.

O que se viu nas nossas TV’S foram corpos humanos no chão, muitos pisoteados, chamuscados, queimados e arrastados. A mesma cena, dezenas de vezes exibidas e repetidas sem dó nem piedade. Repórteres melosos, apresentadores atores e textos tristes embalavam a carnificina rio-grandense. Continue lendo

Sexo Grupal no Telhado do Brega, em Ilhéus.

Nos tempos áureos do cacau no Sul da Bahia, um velho coronel rico e gastador pagou uma pequena fortuna para realizar um dos seus tantos sonhos sexuais. O homem de posses queria fazer sexo grupal no telhado de uma casa. Esse era o seu sonho. Para realizar seu sonho libidinoso o coronel contratou as duas prostitutas mais bonitas num dos bregas mais famosos da cidade de Ilhéus e foram, – todos nus e bêbados -, fazer ‘amor’ na cumeeira do estabelecimento. Isso, no meio da noite morna e silenciosa.

Os três usaram uma escada para subir no telhado do brega. O coronel bêbado segurava suas pelancas e as duas raparigas sorridentes miavam feitos gatos no cio. O mais difícil foi posicionar o coronel na cumeeira do brega. As prostitutas gemendo, beijavam o coronel enquanto faziam sexo grupal no cume do telhado. O sonho estava realizado. Continue lendo

SISU 2013 – CONFIRA OS APROVADOS NA UESC

O Ministério da Educação divulgou nesta segunda-feira (14) a lista da primeira chamada de selecionados no Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Confira abaixo a a lista dos aprovados para a Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC)- Primeira chamada.

UESC – UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ

CAMPUS – ILHÉUS – SALOBRINHO (Ilhéus, BA)

ADMINISTRAÇÃO

Grau Bacharelado | Turno Matutino

Nome do Candidato Inscrição do Enem
ALEXANDRE VITOR COSTA CARVALHO 120154690717
ALLEN BARBOSA DA SILVA 120114229261
ANDRE OLIVEIRA DO NASCIMENTO 120115220861
ANDRESSA PINTO SILVA 120168179475
ATHAILLE BORGES COELHO 120165724642
CAIO CESAR CUNHA DA CRUZ 120132958911
CAROLINE DALVA MAGALHAES MEDEIROS 120140986791
CASSIO DE SANTANA ALMEIDA 120143669533
CIBELLE PODANOSQUI PEDREIRA 120148208755
EDSON VIEIRA LAGO JUNIOR 120152215922
ELVIS XAVIER PINHO 120166318508
FERNANDA VELOSO COSTA MENEZES 120139717987
GABRIEL CERQUEIRA CARVALHO 120155928415 Continue lendo

Fernando Alves Santa Clara – Fernandinho. Ficha Técnica.

Fernandinho_futebolistaFernando Alves Santa Clara, mais conhecido como Fernandinho (Banco da Vitória, Ilhéus, 16 de abril de 1981), é um futebolista brasileiro que atua como lateral-esquerdo. Atualmente joga pelo São Caetano – SP (Temporada 2013).

Carreira

Revelado pelo Vitória, pouco atuou no time profissional rubro-negro, logo sendo negociado com o Porto. Não foi aproveitado no gigante português e retornou ao Brasil, com passagens por Joinville e Caxias-SC.

Se destacou nas passagens por Paraná e Criciúma, tendo ainda sido emprestado para o Vasco da Gama em 2005. Com o destaque, foi contratado pelo Cruzeiro, clube pelo qual atuou por 4 anos.

No entanto, no dia 21 de junho de 2010, foi anunciado como novo reforço do Atlético Mineiro, rival do clube celeste. No Atlético, o jogador não conseguiu repetir as boas atuações que teve pelo Cruzeiro, e acabou sendo dispensado do clube no final do ano.

Em 2011, no dia 8 de janeiro, foi apresentado como novo reforço do Joinville para a temporada. Esta foi a sua segunda passagem pelo clube catarinense, no qual jogou em 2002, porém não tendo boa passagem.

No dia 23 de maio de 2011, acertou sua volta ao Vitória, para a disputa da Série B. No final da temporada, após o fracasso no projeto de retorno à Série A, o jogador, que teve altos e baixos, mesmo sendo o líder de assistências do time acabou liberado. Poucos dias depois, acertou com o Paraná.

Em dezembro de 2012 foi confirmado como novo reforço do São Caetano – SP.