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Tendo como tema central “São Paulo: Discípulo e Missionário”, os moradores do Banco da Vitória iniciam neste sábado, dia 29, as comemorações em louvor a Nossa Senhora da Conceição, padroeira do bairro. As homenagens prosseguem até o próximo dia 08, ponto do alto da festa. Já a programação religiosa será iniciada a partir das 19:30h deste sábado com o tema “Igreja: rede de comunidades” na igreja da Paróquia. O evento terá como pregador o bispo de Ilhéus Dom Mauro Montagnoli e tendo como convidados todos os núcleos e catequese.
A segunda noite da programação religiosa, no domingo, dia 30, traz como tema “Há uma só fé” e será ministrada pelo padre José Orlando de Carvalho. Os convidados da noite são o Núcleo da União, Infância e Adolescência Missionária, Casa Dom Bosco, Casa da Criança e Educandário. Já na segunda-feira, dia 01, a paróquia discute o tema “A unidade doutrinária é critério de Veracidade”, que terá como pregador o Pe. João Boaventura Oiticica e como convidados o Núcleo São Vicente Palloti, grupos de missa para os homens e paróquias de N. Sra. Aparecida do bairro do Malhado e Sagrado Coração de Jesus (Iguape).
A programação religiosa em louvou à Nossa Senhora da Conceição prossegue na terça-feira, dia 02, com o tema “Fraternidade entre as comunidades”, que será ministrado pelo Pe. Paulo Roberto Brandão e terá o Núcleo da Rua S. João, Pastoral da Criança, Seminários São Jorge e paróquias Santa Terezinha e Nossa Senhora da Escada como convidados. No 5º dia dos festejos religiosos, quarta-feira, dia 03 o tema a ser abordado é “Vocação à Santidade” pelo padre Getúlio Santos Souza. Para a noite, serão convidados o Núcleo Alto da Bela Vista, dizimistas, paróquias SS. Trindade do Teotônio Vilela e Santa Rita Conquista, além da comunidade São Paulo.
“A missão é de todos nós” é o tema da 6ª noite de festa e terá como pregador o Pe. Josafa Souza Cruz e como convidados o Núcleo Alto Santa Clara e famílias religiosas. No dia 05, sexta-feira, 7ª noite da programação religiosa o tema é “Opção pelos excluídos” com o Pe. Edmilson Vivas Batista. No sábado o tema a ser abordado será “Opção pela família”, com o Pe. Marcos Antônio Conceição Lemos, e no domingo, dia 07, o último tema a ser abordado será “Maria escolhida na plenitude dos tempos”, ministrado pelo padre Lourival Hélio Alves de Araújo.
O ponto alto das homenagens se concentra no dia 08, com alvorada às 5 da manhã, e missa seguida de procissão luminosa a partir das 19 horas. O evento de encerramento terá como pregado o Pe. Antônio Carlos Lucas da Trindade (Tota). De acordo com a organização, durante todos os dias da festa de N. S. da Conceição, barraquinhas estarão comercializando comidas típicas e objetos religiosos.
Autor: Roberto Rabat

Antes de sua emancipação, Itabuna era conhecida como “Tabocas”, nome que seus moradores não tinham muita simpatia e até torciam o nariz quando tinham que endereçar correspondências.
Enquanto os entusiastas pelo desmembramento da antiga vila do município de Ilhéus travavam verdadeira batalha nesse sentido, um outro nome era motivo de acaloradas discussões para denominar a futura cidade.
Uns queriam “Firmino Alves”, outros “Henrique Alves”, o impasse acirrava os ânimos dessas discussões. Os antigos moradores da vila gostariam também de dar sua parcela de colaboração e, numa demonstração de contumazes gozadores, chegaram a sugerir nomes surgidos do folclore local.
Um deles foi o de “João Culete”, um tipo popular, analfabeto, porém com a facilidade em guardar na memória todos os acontecimentos da localidade e da região. Isto fazia com que as pessoas também o chamassem de “João Sabe Tudo”. Surgiu ainda o nome de “Maria Buna”, uma pobre Lavadeira que vivia constantemente lavando roupas em cima de uma pedra sob o abrigo improvisado que ela mesma fez para fugir do sol.
Como Maria morava em um distrito chamado “Cachoeira de Itabuna” (que na verdade era denominado “ Itaúna”, porém, devido a uma colônia de estrangeiros fundada no século dezoito, que nunca conseguia pronunciar o nome correto e insistentemente chamavam-no de “Cachuêrra du Tabuna” logo assimilado pelos moradores do local) o nome “Itabuna” acabou mesmo prevalecendo.
Mas, ainda no início, sua aceitação foi motivo de divergências, porque os homens ilustres daquela época desejavam substituir “Tabocas” por um nome que tivesse algum significado na língua indígena. No de Itabuna apenas o “Ita” (pedra) tinha esta origem. O “buna” servia como eufonia, mas acabou prevalecendo “Itabuna”, o que levou o tipógrafo Pitágoras de Freitas a lançar imediatamente um jornalzinho com o título “O Itabuna”.

