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Aldair Santos do Nascimento, mais conhecido como Aldair, nascido em Banco da Vitória, atual bairro da Cidade de Ilhéus BA em 30 de Novembro de 1965) é jogador de futebol brasileiro que atuou como zagueiro. Atualmente está aposentado a atua como empresário de futebol..
Aldair foi zagueiro do Flamengo, Benfica e Roma. Nestes três clubes, Aldair construiu uma bela carreira durante as décadas de 80 e 90.
Contudo, Aldair também sempre será lembrado por sua participação na conquista do tetra-campeonato mundial nos Estados Unidos, com a Seleção Brasileira.
Aldair começou sua carreira no Flamengo, em 1985, quando teve a oportunidade de jogar ao lado de ídolos rubro-negros como Zico, Andrade e Leandro. Vestindo a camisa do Flamengo, ele participou das conquistas do Campeonato Carioca de 1986 e da Taça União de 1987.
Negociado com o Benfica, em 1989, foi titular da equipe portuguesa até o ano seguinte, quando despertou o interesse da Roma, clube para o qual se transferiu e que defendeu pelos treze anos seguintes da carreira.
A história de Aldair com a Seleção Brasileira teve início em 1989, sendo que, onze anos mais tarde, o zagueiro despediu-se da Seleção com 93 jogos e três Copas do Mundo.
Em 1990, na Copa da Itália, Aldair era reserva e não participou de nenhum jogo. Quatro anos mais tarde, nos Estados Unidos, após as contusões de Ricardo Gomes e Ricardo Rocha, Aldair e Márcio Santos formaram a dupla de zaga tetra-campeã mundial. Por fim, na Copa do Mundo de 1998, fez companhia a Júnior Baiano.
Aldair também participou das Olimpíadas de Atlanta, quando o Brasil decepcionou e conseguiu apenas a medalha de bronze.
Em 2004, aos 39 anos de idade, Aldair encerrara sua carreira no Genoa, outro clube italiano. Mas, em 2005, anunciou que jogaria no Rio Branco (ES), atuando em duas partidas. Se aposentou novamente, entretanto, aos 41 anos, acabou sendo persuadido, pelo velho amigo Massimo Agostini, a atuar pelo Murata, principal clube de San Marino.
O Murata disputou a fase preliminar da Liga dos Campeões da UEFA 2007/08, mas acabou sendo eliminado. Aldair jogou pelo Murata na primeira fase preliminar da Liga dos Campeões e o clube samarinês foi eliminado novamente.
Após, essa breve passagem pelo Muratá, Aldair se aposentou definitivamente e hoje vive entre as cidade de Vitória (ES), Roma (IT) e Ilhéus (Bahia) onde mantém uma escolinha de futebol.
Imprensa italiana diz que Milan está interessado em Fernandinho, do Cruzeiro
Mais um brasileiro na mira do Milan: o lateral Fernandinho, do Cruzeiro. Segundo a imprensa italiana, o jogador vem sendo observado pela diretoria rubro-negra e foi comparado a Roberto Carlos, do Fenerbahçe.
De acordo com os sites “Calciomercato”, “Goal.com” e “Sportmediaset” (de propriedade do grupo de comunicação de Silvio Berlusconi, dono do Milan), o diretor Ariedo Braida estará no Brasil durante a próxima semana e poderá iniciar a negociação com o Cruzeiro.
Fernandinho seria um reforço pedido por Leonardo para reforçar o lado esquerdo da defesa do Milan em janeiro, já que Marek Jankulovski e Gianluca Zambrotta não estariam agradando.
A viagem de Ariedo Braida ao país poderá ter outro objetivo também: ver o meia Paulo Henrique Ganso durante o clássico entre Santos e São Paulo, neste domingo.
Fonte: Globo.com
Naqueles tempos não havia cabeleireiros em Banco da Vitória. Os homens e meninos ‘faziam’ os cabelos nas tendas. As mulheres, – quando cortavam os cabelos, duas coisas eram certas: ou eram meninas pequenas ou eram mulheres solteiras. Mulher adulta e casada cortava o cabelo em casa, – sob a ordem do marido ou do pai.
Os mais famosos ‘cabeleireiros’ de Banco da Vitória eram Oficial do Cavaquinho, seu Piu da Tenda da Rua dos Artistas e seu Faustino da Praça Guilherme Xavier. Oficial morava no alto da Bela Vista e era funcionário aposentado da CEPLAC. Seu Piu era um músico impar e cortava cabelos para se divertir. Seu Fastino tinha uma estória á parte.
Seu Faustino morava e trabalhava numa casa próxima ao Clube Social e era o mais famoso cabeleireiro do local devido os seus cortes de cabelos. Nos homens adultos ele cortava o modelo chamado de Largarsoni, trazido da Itália e indicado por seu Duba, que era marinheiro de todos os mares e viajantes de longos oceanos. Nas cabeças dos meninos, seu Faustino cortava o famoso modelo ‘pimpão sem perdão’. – Não me diga quem deu esse nome maldito aquele corte terrível!.
Tinha menino que chorava e esperneava na cadeira seu Faustino, que para muitos era conhecida como a ‘cadeira de tortura’. Tinha quem chegava aos extremos e se urinava de medo diante das tesouras de Seu Faustino. Mas nada disso tirava a obstinação de seu Faustino que continuava derrubando as madeixas e assobiando a sua música preferida: Asa Branca de Luiz Gonzaga.
A tesoura de seu Faustino se chamava ‘ingrata’ e agia insanamente na derrubada dos cabelos. A navalha amolada se chamava pirulito e a máquina manual se chamava lampi, em homenagem a Lampião, o jagunço nordestino.
Além de cortar os cabelos dos moradores de Banco da Vitória e jogar dominó todas as tardes, seu Faustino era também um educador informal e requisitado conselheiro de família. Isso porque, quando um menino teimoso não atendia a sua mãe, ela logo dizia, em tom assustador:
“- Se você não ficar quieto eu vou levar você para cortar os cabelos em seu Faustino!”
Por conta deste anúncio medonho, o nosso bairro era cheio de meninos educados, porém cabeludos.
A meninada de Banco da Vitória tinha medo de seu Faustino e das suas tesouras ligeiras. O maior medo era na verdade de uma máquina manual de cortar cabelos: a lampi, da marca Stheiugarrt Haiburg de fabricação alemã e famosa por não reconhecer cabelos, couro cabeludo ou orelhas.
A ‘maquina lampi’ fica no canto da banqueta da tenda. Quando seu Faustino tocava nela, o chororó começava na Praça Guilherme Xavier. Quando os meninos choramingavam nas cadeiras do salão de seu Faustino, ele chocalhava as tesouras amoladas junto as orelhas dos ‘anjinhos’ ou então mexia na sua máquina ‘nazista’, produzindo um som tenebroso para as pobres menininhos. Era um som terrível. Os famosos: “tcetec, tectec, tectec…” nos ouvidos das pobres crianças.
Para reforça o seu argumento, seu Faustino ainda dizia:
- ‘Ainda não cortei uma orelha hoje!’
O império do terror estava implantado naquele salão. Tinha menino que se urinava ali mesmo. Outros eram trazidos amarrados e os pais ficavam na porta do salão para não haver fugas.
Seu Faustino, – ao seu modo peculiar e digno da sua educação exemplar -, ajudou muitas famílias e tantos meninos em Banco da Vitória. Ele era mais um educador do que um cabeleireiro. Tinha menino que de medo não passava nem nas ruas onde seu Faustino costumava jogar dominós com seus amigos.
Profundo conhecedor das traquinagens dos meninos peraltas de Banco da Vitória, o seu Faustino aproveitava os cortes de cabelos para dar uma ‘mastigadinhas’ com a ponta de tesoura nas orelhas dos meninos mais danados. Desse modo a sua fama era grande em nossa comunidade, pois menino danado respeitava mais seu Faustino de o padre.
O filho mais ilustre de Banco da Vitória, o tetra campeão de futebol pela seleção brasileira, Aldair, esteve em nossa comunidade e encabeçou diversos eventos sociais para angariar fundos financeiros com intuito de ajudar diversos seus conterrâneos que se encontram com problemas financeiros e/ou de saúde.
Aldair participou de jogos de futebol, promoveu bingos e festas e colaborou significativamente para ajudar os seus co-irmãos necessitados. Fez como sempre faz quando volta á nossa comunidade: Ajuda, dentro do possível, o povo de Banco da Vitória.
Durante os eventos, Aldair esteve sempre presente junto a sua família e abrilhantou os jogos de futebol com o seu excepcional talento nato para esse esporte. De praxe, fez um caçuá de gols!
Agora, aposentado e com mais tempo livre, Aldair tem sido presença constante em Banco da Vitória, onde sempre carismaticamente mata saudade da sua família e amigos. Eis ai um belo exemplo de cidadania que o esporte pode patrocinar.
O vereador Tarcísio Paixão apresentou a indicação 491/2009, que solicita ao prefeito Newton Lima, a construção de uma Escola Técnica no espaço do antigo Matadouro no bairro Banco da Vitória em Ilhéus. “O Banco da Vitória é um bairro importante para a cidade e essa Escola Técnica vem diminuir o abismo entre o cidadão e a qualificação que se exige para se ingressar no mercado de trabalho”, disse Tarcísio. Com a construção da Escola Técnica, o aluno será bem preparado para o mercado de trabalho, atenuando desse modo, a dificuldade que todo jovem encontra na busca pelo primeiro emprego.
Nenhum outro estrangeiro passou tanto tempo em Banco da Vitória de que Michael Jackson. Ele chegou pelos ares da nossa comunidade através das emissoras de rádio do Rio de Janeiro e São Paulo que embalavam as nossas noites.
Naqueles tempos, em Banco da Vitória, pouca gente tinha uma radiola e raros eram os aparelhos de rádio. Quem tinha um ‘toca disco’ fazia as festas em qualquer lugar. Normalmente se levava o toca disco debaixo do braço e nos locais de festa se abria o aparelho desmembrando as duas caixas de som. Ai era só colocar os discos no prato e posicionar a agulha no disco e a festa começar.
No início da década de setenta apareceram em Banco da Vitória os primeiros discos compactos dos Jackson Five e então Michael Jackson se tornou voz obrigatória nas festas da nossa comunidade.
Quem viveu em Banco da Vitória nessa última quatro décadas sabe que Michael Jackson fez parte de nossas vidas. Suas músicas tocaram em batizados, quermesses, bailes, casamentos etc. Muita gente da nossa comunidade arranjou namorado ou namorada e até casamentos sobre os sons magistrais das músicas dançante deste astro da música mundial.
As equipes de sons e os conjuntos musicais que tocavam no clube social tinham como roteiro certo tocar diversas músicas de Michael Jackson durante os bailes. As equipes de som Good Som, o Top Som, Som Brunal, Saraevo, Gepi Som, Giva Som entre outras embalaram muita gente ao som de Michael Jackson.
Nenhum outro artista do mundo tocou tanto em Banco da Vitória como Michael Jackson. Aqui ele revolucionou a dança, a música e as festas. Aqui, é impossível ter alguém que diga não gostar deste magistral artista. Em Banco da Vitória Michael Jackson é nosso como são Cabo Jonas, Antônio Isaias e Nestor Pereira.
Agora que Michael Jackson nos deixa, Banco da Vitória chora e se entristece com a partida desse nosso companheiro de tantas alegrias e surpresas. Michael jamais soube, mas aqui entre a nossa humildes comunidade ele era um irmão presente em tudo e em todos.
Nós não podemos dizer adeus Michael. Dizemos sim, muito obrigado e fique em paz, pois você talvez não soubesse o tanto quanto o amamos e para sempre o amaremos.
Eu, em particular, passei os melhores momentos da minha vida tendo a sua música como trilha musical e até hoje lhe sou grato por você existir.
Um dia, na minha infância, eu vi um menino negro dançando e cantando na TV e então eu descobri que podia sonhar também e criar um mundo melhor através do meu talento, mesmo eu sendo muito pobre. Esse menino era Michael Jackson. Foi nele que eu me inspirei para reescrever a história da minha vida.
Hoje, enquanto sofro a sua perda, não posso deixar de lhe agradecer por tudo que por mim você fez e fará. Muito obrigado Michael Jackson. Descanse em paz. Nós nos encarregaremos de tornar a sua trajetória em algo eterno.
Roberto Carlos Rodrigues
A história sempre precisa de narradores. Se isso não ocorre, fatos se tornam vagas lembranças e em pouco tempo a memória social de um povo se esvai e é facilmente esquecida. Eu faço a minha parte descrevendo os causos e as prosas que eu vivi e/ou ouvi em nossa comunidade. Faço isso para que a história de Banco da Vitória não se perca, como tantas outras. Você, ao ler esse livreto faz a sua parte nesta jornada. Porém, a sua maior contribuição será copiar e distribuir esse livreto para os nossos amigos e moradores. Você fazendo isso, eu saberei realmente que valeu a pena tê-lo escrito esse livro.
Eu tive uma oportunidade fantástica na vida: a ter nascido nas fraudas dos cacauais que circundavam Banco da Vitória. Sempre tive a certeza que nasci numa época memorável, pois tive a oportunidade de não somente conhecer mais também conviver, conversar e ser amigo dos moradores mais tradicionais e folclóricos da nossa comunidade. Na ‘venda’ de meu pai, Carrinho, a famosa A Visgueira, todos os dias estavam por lá os verdadeiros catedráticos da história de Banco da Vitória, contando suas estórias ou simplesmente jogando conversas fora.
Eu tive a chance de conviver e conversar com moradores de Banco da Vitória, como Seu Xisto Gomes, Nestor Cotó, Pedro Preto, Cabo Jonas, João de Coló, Antônio Isaias, Seu Duba, Seu Juca, Seu Tiago, Bibogo, Seu Feliciano de Assis (meu avó materno), Seu Veio Cotó, Gaguingo, Zé Orlando, Seu Cazeca, Seu Amaro, Seu Agimiro, Seu Manuel Siriaco, Seu Apolônio, Seu Joaquim, Seu Péricles, Seu Zé Melo, Jonas Porco-e-touro, Seu Cazuza, Sobogó, Zé Lavigne, Paulo Rocha, Seu Taurindo, Otacílio, Seu Dedê, Aries, Zé Vieira, Dona Chica, Dona Normélia, Ivone Santos, Dona Raquel, Dona Dete Catatu, Dona, Professora Glaúcia, Dona Lindaura, Buré, Seu Farrabufado, seu Raimundo Ribeiro, Dantinha, Lindor, Seu Lis Delegado, Seu Zé Carioca, Zé Bispo, Dona Cabocla (minha vó materna), Dona Maria Cardoso, (minha vó paterna), Nafital, Dona Romana, Valter e Jailton Ramos, Enéas, Zito costureiro, Bigode, Seu Diva, Nego Nide, Botão, Seu Zé Cotoco, Dona Lia, Dona Lurdes, Nerilda, Cremilda, Zé da Alinhagem, Dona Eurides, Pedro Filho, Seu Péricles Melo, Seu Zé Melo. Seu Milton Nunes, Seu João Batista (o coveiro), Zé Batista, Zé Bolão, Courinho, Dona Margarida, Dona Dete Fateira, Dona Dete de Cabo Jonas, Seu Tum, Zé Jatobá, Dona Eunice, Dona Enaura, Dona Júlia, Arara, Seu Assis, Tonho de Nouzinho, Garapa, Altino (o gordo e o magro), Seu Botão, Seu Nelson Fontes, Jonas Paraíso, Seu Alfredo, Seu Plínio, Oficial, Seu Roque, Seu Joval, Bembéu, Seu João Ruim, Julinho da Taibinha, Dalila, Pedro Melo, Seu Ailton, meu pai Carrinho… e tantas outras pessoas espetaculares da nossa comunidade.
Agora imagine você quantas estórias impressionantes eu ouvi? Quantas versões eu tive oportunidade de ver e presenciar? De quantas mentiras eu sorri, enquanto ouvia essa gente criativa e guerreira, com suas façanhas sociais?
Disso tudo que ouvi e vivi, eu, – dentro do possível -, procurei selecionar algumas prosas e causos e agora apresento a você nessa versão de livreto.
Esse livreto nasceu de uma idéia que Ivone Santos me deu, quanto eu estava escrevendo o livro Banco da Vitória do Rio Cachoeira – A História Esquecida (em fase de conclusão). Um dia eu mostrei para Ivone o esboço desse livro, com as referências históricas e os diversos estudos que eu estava fazendo na UESC, quando ela me perguntou se eu ia escrever a história ou a ‘estória’ de Banco da Vitória?
Eu lhe respondi que eu estava fazendo um livro oficial, com a história verdadeira da nossa comunidade. Ivone então me sugeriu que eu escrevesse também os nossos causos, prosas e estórias, que são tantas e tão alegres.
Entusiasmado com a idéia, eu escrevi em 2005 um livreto com 10 estórias, chamado de Prosas e Causos de Banco da Vitória. Eu fiz apenas alguns exemplares xerografados e distribuir para os meus amigos e parentes. Hoje, esses livretos são raridades em nossa comunidade e muita gente gostaria de ter um exemplar dele.
Visando melhorar a divulgação da nossa história, antes de lançar o livro oficial sobre Banco da Vitória, eu resolvi revisar, ampliar e incrementar o livro de prosas e causos de Banco da Vitória. Essa versão que você tem em mão é o resultado deste novo trabalho.
Por favor, dentro das suas condições, tire cópias deste livreto e distribua para os seus amigos, parentes e colegas. Esse livro é de domínio público. Eu o fiz e o doei para o povo de Banco da Vitória. Fazendo assim, você estará verdadeiramente contribuindo para a cultura e a história de Banco da Vitória e nosso povo.
Lembre-se, esse é um livro de prosas e causos. Portanto, é cheio de fábulas, elucubrações e suposições. Metade dele é verdade e a outra metade é verdade vestida de ficção.
Tenha boa leitura, seja feliz e ame profundamente o Banco da Vitória todos os dias.
Roberto Carlos Rodrigues,
Junho de 2009
01 – As pescarias de João de Colo
02 – O Agouro Fatal
03 – Futebol!
04 – A Índia
05 – O Inventor do Churrasco de Banco da Vitória
06 – As Conduções
07 - O Conjunto de Oficial do Cavaquinho
08 – A Santa Missão
09 – A estória de Cabo Jonas
10 – Siboney!
11 – O Grande Encontro
12 – Seu Pedro Preto
13 – O Caroço de Bembeu
14 – A Dor na Titela
15 – A Tesoura de Seu Faustino
16 – Os Hippers de Banco da Vitória
17 – 02 Metros e 07 Centímetro de Quase Homem
18 – O carnaval de Banco da Vitória
19 – Quem Bateu em Tum?
20 – O Dia da Trágica Vacinação
21 – A Noite no Circo
22 – O forró de Maria Alcina
23 – Você é de Quem?
24 – O Forró de Dona Raquel
25 – O Cinema de Banco da Vitória
26 A Estrada Ilhéus-Itabuna e a Bica da Água Boa
27 – Lampião e o Banco da Vitória
28 – Os Deliciosos Sabores de Banco da Vitória
2 9 – Os Comem Concretos
30 – O Banco da Vitória na Guerra das Malvinas
31 – O Petróleo de Banco da Vitória
32 – Juracy Martins Santana – O embaixador de Banco da Vitória.
33 – Jorge Amado e o Banco da Vitória
34 – Perdemos Neguinha, ganhamos uma lenda
35 – De quem é esse jegue?
36 – A fantástica oficina de Nestor Pereira
37 – Ah! Não vai dá não!
38 – Como chegar em Banco da Vitória.
O futebol chegou na cidade de Ilhéus por volta de 1906 quando uma febre do esporte assolava por Salvador, membros da colônia inglesa que residiam na capital baiana e que iam ao sul da estado passar férias ou veranear levarão o futebol ao baixo sul. No inicio o futebol que de cara despertou o interesse da população local com a sua pratica sendo realizada num terreno próxima a enseada da antiga Fazenda Opaba de propriedade de Raymundo Amaral Pacheco, outros locais a beira mar também era aproveitados para o bate bola. Em 1935 durante a segunda gestão do Intendente Mario Pessoa, começou a construção de uma praça esportiva, o local a Fazenda Boa Vista a área desmembrada era um charco , a poucos metros do mar de São Jorge dos Ilhéus.
Durante a apresentação do projeto de Dr. Valadares, Mario Pessoa decidiu fazer algo maior que o previsto, construir o primeiro grande palco de futebol da Bahia, o segundo maior estádio municipal do país perdendo somente para o Pacaembu, na época São Januário e Moisés Lucarelli são estádios particulares até hoje pois pertencem a Vasco da Gama e Ponte Preta.
O dia da inauguração do estádio foi em 28 de junho de 1940, com a presença do Interventor da Bahia, Landulfo Alves, com um torneio realizado entre os clubes Ypiranga e Bahia, de Salvador e o São Cristovão de Itabuna, o estádio foi batizado com o nome de Estádio Municipal de Ilhéus, passou a chamar Mario Pessoa em 1952 em homenagem ao seu idealizador, e na primeira partida o Bahia derrotou o Ypiranga por 4 a 2 com o primeiro gol sendo marcado por Henriquinho, no dia seguinte o Bahia premiou a torcida local com uma goleada de 13 a 1 sobre o Fluminense do Pontal.
O futebol de Ilhéus na década de 40 era caracterizado pelo sistema tático inventado por Chico Carapeba, técnico do Flamengo, com o esquema “cada qual com seu cada qual”. Como Chico levou o time ao sucesso, chegou a chamar atenção do técnico Flávio Costa, do Flamengo do Rio, sobre o curioso esquema tático.
Os jogos agora realizados no local mais apropriado o campeonato da liga de Ilhéus tinham bons jogos times das cidades vizinhas viam jogar como as de Itabuna, Ipiau, Ibicarai vinham enfrentar o Fluminense do Pontal, o Flamengo e o Colo-Colo, além dos times da capital a sua capacidade inicial era de 10.000 pessoas, sentadas e mais 3.500 em pé, não somente o futebol era praticado na nova praça esportiva, atletismo e outras modalidades eram praticadas o que deu status de Estádio Olímpico, todo o domingo era festa na cidade com eventos que iniciavam pela manhã com corridas e etc e finalmente grandes jogos, foi no Mario Pessoa que Zé Hugo um dos grandes nomes do Bahia na década de 40 deu seus primeiros passos e chamou a atenção dos dirigentes do Galicia depois de um jogo contra um combinado local, Zé Hugo terminou vindo para o Bahia, quando a lancha que o trazia para Salvador foi abordada por dirigentes do Bahia que o fizeram assinar com o tricolor e deixando os galegos a verem navios.
Em 1950 foi realizada a Taça Cidade de Ilhéus com a participação do Flamengo o time já tinha se apresentando antes na cidade diante a Seleção de Santa Cruz com um empate em 4 a 4, no jogo do torneio o time venceu o Bahia por 3 a 0 com gols de Lero (2) e Durval. No dia 13/05/1956 foi á vez do Fluminense/RJ jogar na cidade e vencer a seleção de Ilhéus por 4 a 0 a equipe voltaria a cidade no dia 15/11/1961 para realizar o primeiro jogo noturno no Estádio Mario Pessoa no triunfo de 1 a 0 sobre o Vitória/BA. O Botafogo/RJ também esteve na cidade também no ano de 1956 quando venceu o Colo-Colo por 5 a 0 e o Vasco desembarcou por aqui em 23/07/1960 quando sapecou a seleção de Ilhéus por 9 a 0 em 27/06/1965 venceu o Bahia por 2 a 1.
Como não poderia faltar o Rei Pelé também desfilou pelo gramado do Mario Pessoa em 1967 num amistoso do Santos & Cia contra o Ilhéus, era um domingo de festa na cidade pela presença do Rei, 07/05/1967 na vitória do Santos por 3 a 1 Pelé deixou a sua marca nas redes do Mario Pessoa para delírio da galera. O Time do Ilhéus jogou com reforços do Flamengo e do Colo-Colo a formação foi: Maluguete: Haroldo, Bacurau, Nivaldo e Manequinha; Biquinho e Sogildo; Zé Pequeno, Badaró, Paulo Adami e Sueco.
O futebol ilheense viveu seus bons tempos nos anos 60, quando a chegou a ter tre clubes disputando o campeonato baiano e no seu palco maior grandes jogos contra Bahia, Vitória, Galicia e Fluminense de Feira em 1967, Colo-Colo, Flamengo e Vitória de Ilhéus, depois o Ilhéus se juntou até 1973 o futebol voltava a ser amador na cidade, em 1990 o Ilhéus chegou a final da segunda divisão mais perdeu para o Ypiranga por 1 a 0 em 1994 a cidade teve o River no campeonato que veio a cair em 1997, em 1985 o estádio recebeu o Leônico que mandava seus jogos em Ilhéus, mais a redenção do futebol recomeçou em 1999 com a volta do Colo-Colo e viveu seus dias de glórias em 2006 quando a equipe do Tigre conseguiu se sagrar campeã baiana em jogos sensacionais no Mario Pessoas duelos espetaculares em jogos contra Bahia e Vitória num time que deixou saudades, o Mario Pessoa já esta aprovado para o Baianão 2009 e o Colo-Colo poderá a voltar fazer boas apresentações no palco maior da Princesa do Sul.
Autor Galdino Silva – Site
De aorcdo com uma peqsiusa
de uma uinrvesriddae ignlsea,
não ipomtra em qaul odrem
as Lteras de uma plravaa etãso,
a úncia csioa iprotmatne é que
a piremria e útmlia Lteras
etejasm no lgaur crteo.
O rseto pdoe ser uma bçguana ttaol,
que vcoê anida pdoe ler sem pobrlmea.
Itso é poqrue nós não lmeos
cdaa Ltera isladoa, mas a plravaa
cmoo um tdoo.
Fixe os seus olhos no texto abaixo e deixe que a sua mente leia corretamente o que está escrito.
35T3 P3QU3N0 T3XTO 53RV3 4P3N45 P4R4 M05TR4R COMO NO554 C4B3Ç4 CONS3GU3 F4Z3R CO1545 1MPR3551ON4ANT35!
R3P4R3 N155O! NO COM3ÇO 35T4V4 M310 COMPL1C4DO, M45 N3ST4 L1NH4 SU4 M3NT3 V41 D3C1FR4NDO O CÓD1GO QU453 4UTOM4T1C4M3NT3, S3M PR3C1S4R P3N54R MU1TO, C3RTO?
POD3 F1C4R ORGULHO5O D155O!
P4R4BÉN5!










