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Em recente viagem a Europa, o Professor Dr. Juracy Martins Santana, Embaixador de Banco da Vitória, visitou as principais capitais do Velho Mundo e aproveitou a oportunidade para provar mais uma das suas tão laboriosas teses. Desta vez, o egrégio filho da terra da Água Boa, emoldurado pela beleza do Palácio de Versalhes, em Paris, capital da França, provou que, quem tem um sonho e faz dele uma meta latente, o objetivo se torna óbvio. Basta somente trabalho e dedicação.
Acompanhado por sua esposa e seus filhos, Dr. Juracy pôde visitar as principais cidades européias e caminhar pelas ruas emersas de tantas histórias e vastos conhecimentos. Ele deve ter se emocionado nessas suas andanças, pois sabia que nos seus mais recônditos sentimentos, ele estava escrevendo com os seus passos a prova viva que Banco da Vitória do Rio Cachoeira é uma terra de gente sonhadora e realizadora.
Dr. Juracy que nascera nas franjas dos cacauais e ouvira tantas vezes se dizer que visitar a Europa era coisa de ricos, deve ter se sentido realizado e elegantemente satisfeito. Afinal, ele não era apenas mais um turista brasileiro em terras européias. Mas sim, o professor doutor Juracy Martins Santana. Por certo, um dos mais ilustres conhecedores do Direito Penal, no Brasil.
Dr. Juracy sabe muito bem o que ele representa para o povo de Banco da Vitória, que se espelha nele como lúcido e sólido exemplo de superação, realização humana e sucesso. Nascido no clã de Antônio Isaias e fecundado com esmero por Dona Lindaura, Dr. Juracy e todos os seus irmãos e irmãs sempre tiverem uma guerra particular contra o destino e ,resolveram, – unidos e através do saber -, reescrever todas as suas histórias. Preferiram o único caminho que poder transformar humildes seres humanos em celebridades: o estudo. Desta forma, em visitar a Europa, este Martins Santana comprovou que sonho e trabalho se tornam realização concreta.
Como é facilmente sabido pelas plagas da Civilização do Cacau, Banco da Vitória é um verdadeiro celeiro de mentes ilustres e pessoas altamente talentosas. Por certo, poucos lugares do mundo têm tantos conterrâneos ilustres quanto a nossa comunidade, comparando isso a nossa pequena população. Isso obviamente se requer estudo mais apurado para saber o porquê dessa preciosidade social. Eu acredito que deve ser a água que bebemos.
Dr. Juracy é uma dessas pessoas instigadoras e desafiadoras. Por onde passou ele sempre foi o destaque maior, seja nas escolas, seja no trabalho ou nas comunidades. Aprendeu falar inglês quando isso era privilégio de pouca gente no Brasil. Tornou-se um celebre professor do idioma falado por Barack Obama e surpreendeu muitos alunos ilheenses com a sua didática fácil e permeada de toques de genialidade. Na Telebahia, empresa que trabalhou até se aposentar, ele foi eleito empregado padrão e até hoje é lembrado com um ser humano simplesmente espetacular. Deixou lá centenas de amigos e admiradores.
Agora, emergido completamente nos umbrais do Direito, ele leciona nas principais universidades do Sul da Bahia e tem o privilégio de ter como seus alunos verdadeiros vultos do direito brasileiro. Por certo, o seu biógrafo terá muito trabalho.
Quem o viu, há quarenta anos atrás caminhando pelos acostamentos da rodovia Ilhéus-Itabuna, rumo à roça de cacau da sua família, com livros debaixo dos braços, jamais acreditou que aquele filho de um simples agricultor um dia ia tão longe. Jura, como é chamado pelos seus familiares, tinha as mãos calejadas pelos cabos dos facões e dos podões. Todavia, enquanto cuidava da lavoura, sonhava andar pelas ruas das capitais européias.
Agora, enquanto passeava pelas ruas dos seus sonhos, por certo, Dr. Juracy lembrava da sua lida das roças de cacau e dos tantos desafios que teve de superar na sua vida de tantas lutas e conquistas. Ali, passo a passo, sobre os paralelepípedos testemunhais das principais histórias da humanidade, por certo ele deve ter se sentido muito alegre. Afinal, ele comprovava e cientificava que quem nasce em Banco da Vitória, realmente vai longe. Muito longe. Muito além dos seus sonhos, num lugar chamado realização.
Não nos surpreenderá em nada, se em breve, o presidente Barack Obama receber em audiência particular na Casa Branca, o nosso conterrâneo ilustre. Isso, por certo, pode não ser o sonho momentâneo do nosso Dr. Juracy Martins Santana, mas é o de toda a nossa comunidade de Banco da Vitória. Como Dr. Juracy ama incondicionalmente a nossa terra, quando sonhamos qualquer coisa, ele é o primeiro a carregar a nossa bandeira e desnudar os horizontes. Por conta disto, acredito que o seu passaporte já esteja carimbado.
Dessa forma, se em breve o Washington Post notificar em sua primeira página a visita de Dr. Juracy ao solo americano, o povo de Banco da Vitória saberá mais uma vez que o nosso aguerrido irmão, – que resolveu carregar todos os nossos sonhos sobre seus ombros -, cumpriu, como de praxe, mais uma das suas tantas metas.
Se Martin Luther King dizia que tinha um sonho e Barack Obama disse que ‘sim, nós podemos’. Por certo, Dr. Juracy deve dizer sempre a sua frase preferida:
“Sim, nós podemos sonhar.”
Que seja esse o lema de todos os moradores de Banco da Vitória do Rio Cachoeira. Dr. Juracy continua fazendo a parte dele. Cabe a nós apenas o imitarmos prazerosamente.
Roberto Carlos Rodrigues
O professor de Direito Penal Dr. Juracy Martins Santana, do clã de Antônio Isaias, – esteio mor de Banco da Vitória do Rio Cachoeira -, discorre elegantemente num artigo publicado na Internet sobre um tema devera instigante, para não dizer profuso.
O eflúvio professor por ora em voga, diz que se você achar algo e não devolvê-lo para o seu suposto dono, pode ir parar no xadrez, – no xilindró, como se diz nas plagas mornas de Banco da Vitória.
O artigo intitulado Achado não é roubado! Mas, pode ser crime, é sucesso na Internet e permeia o meio jurídico-acadêmico brasileiro devido sua linguagem didática, e por que não dizer, altamente esclarecedora.
O linguajar do artigo é obviamente técnico e pode, para nós leigos dos umbrais das leis, parecer espinhento, visgouso e arredio. Todavia, a sua leitura é uma grade oportunidade de se delinear nossos conhecimentos pela lei que rege os nossos turvos dias.
Se você já achou algo na rua e se sentiu ‘dono’ desse achado, deve ler esse artigo do nosso conterrâneo Juracy Martins Santana. Eu tenho certeza de uma coisa: após a leitura dessa verdadeira aula de Direito você olhará com outros olhos para os possíveis achados nossos de cada dia.
Afinal, com diz o nosso professor Juracy, achar algo não é roubar. Agora não devolvê-lo é apropriação do alheio, e isso é, além de crime, coisa de gente mal-criada.
Leia à íntegra do artigo no site oficial de Juracy Martins Santana. >> aqui <<
Por Roberto Carlos Rodrigues

