Livro Banco da Vitória – 2a. Edição

capa-17O livro Banco da Vitória – A história Esquecida é o resultado de mais de dez anos de investigações e pesquisas históricas que buscam resgatar e contar de forma acessível a historia deste bairro Ilheense. O autor tentar desenvolver a historicidade do Banco da Vitória desde a época dos desbravamentos iniciais da antiga capitania de São Jorge dos Ilhéus e suas transformações ao longo dos últimos 460 anos. Rodrigues utilizou também como elemento de pesquisa para a elaboração deste livro centenas de oitivas de antigos moradores da localidade onde ele nasceu e viveu por mais de 40 anos.

O propósito deste livro é resgatar o papel de importante protagonista social que foi a localidade de Banco da Vitória para o desenvolvimento de boa parte da Região Cacaueira do Sul da Bahia e descrever porque esse bairro de Ilhéus teve sua história ofuscada e esquecida durante tanto tempo.

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Texto descritivo:

O Banco da Vitória é uma das localidades mais antigas do Sul da Bahia. Sua ocupação se iniciou no meado do século XV, quando do desbravamento da Capitania de São Jorge dos Ilhéus (BA). Devido ao trecho navegável do rio Cachoeira entre a sede da antiga vila de São Jorge dos Ilhéus e a localidade, por estas terras estiveram padres jesuítas, desbravadores e bandeirantes portugueses, bem como diversos estudiosos europeus.

Antes da ocupação portuguesa, a região de Banco da Vitória era disputada por índios Tupiniquins e Aimorés, devido seu caráter religioso para estes povos.

Por mais de quatro séculos essa localidade ilheense foi passagem obrigatória para os desbravadores, plantadores de cacau e fundadores de localidades e cidades que surgiram na região Cacaueira do Sul da Bahia.

Nas terras de Banco da Vitória foi implantada a secular Sesmaria Victória, depois transformada em fazenda nos anos oitocentistas, onde também havia um dos maiores agrupamentos de escravos africanos no estado da Bahia.

Por muitos anos o porto fluvial do Banco da Vitória, chamado de Porto do Jenipapo, foi um dos mais movimentados do estado da Bahia, por onde circulavam centenas de embarcações. No início do século XX o Banco da Vitória tinha ares de cidade e foi depois chamada de a primeira capital do cacau, pelo geógrafo Milton Santos, no livro Zona do Cacau.

O Banco da Vitória foi um importante ator na construção da Região Cacaueira do sul da Bahia. Depois, teve o seu desenvolvimento ofuscado pelas crises que assolaram a cultura do cacau.

Este livro descreve a história dessa comunidade ilheense ao longo dos séculos e tenta, dentro do possível, restaurar sua importância para o desenvolvimento do município de Ilhéus e a formação da região cacaueira do sul da Bahia.

FAÇA SUA RESERVA AQUI: https://goo.gl/DM7Ghn

Onde comprar o o livro:

1 – Site da Editora Mondrongo;

2 – Em Banco da Vitória – Procurar Jair Rodrigues e Cremilda Santana.

Conheça o sumário do livro Banco da Vitória:
 
1 – Agradecimentos 4
2 – Apresentação 8
3 – Banco da Vitória – A primeira capital do cacau. 13
4 – Banco da Vitória, à sombra da história da Capitania de São Jorge dos Ilhéus 16
5 – Nas Margens do Rio Cachoeira 29
6 – Antes dos Portugueses 39
7 – A influência dos povos africanos em Banco da Vitória 50
8 – A colonização europeia em Banco da Vitória 59
9 – A colonização dos retirantes nordestinos 62
10 – As primeiras explorações da região de Banco da Vitória 65
11 – A Trilha do Banco 73
12 – Ferdinand Freiherr von Steiger-Mussinger: O Barão de Banco da Vitória. 76
13 – A Visita do Príncipe Maximiliano ao Banco da Vitória. 80
14 – A Sesmaria e a Fazenda Victória 83
15 – A origem do nome de Banco da Vitória 92
16 – A Rainha (ou princesa) da Fazenda Vitória 96
17 – O Porto do Jenipapo e o desenvolvimento de Banco da Vitória 102
18 – Os ciclos de desenvolvimento do Banco da Vitória 108
19 – Os Tempos Áureos do Cacau e o desenvolvimento de Banco da Vitória 111
20 – Banco da vitória – A vila que quase virou cidade 123
21 – A estrada Ilhéus – Itabuna e o Declínio de Banco da Vitória 127
22 – O Bairro de Banco da Vitória 132
23 – Alternativas de desenvolvimentos sociais para o Banco da Vitória 136
24 – Os “bairros” de Banco da Vitória e suas referências geográficas 138
25 – Crônicas de Banco da Vitória 144
26 – As Sementes das nossas vitórias 149
27 – Conclusão 154
28 – CEP’s e Ruas da região do bairro de Banco da Vitória 156
29 – Referência históricas de locais e imóveis em Banco da Vitória 159
39 – Referencias locais antigas: 160
31 – Referências Oitivas 162
32 – Referências bibliográficas 163
33 – O Autor 165
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Conheça algumas informações que você encontrará no livro Banco da Vitória, A História Esquecida.

# – Você sabia que na época do desbravamento da capitania de São Jorge dos Ilhéus os índios tupiniquins chamavam a região de Banco da Vitória de Paranapecú, (que significava no seu idioma “língua do mar”)?

# Você sabia que a Pedra de Guerra (no Rio Cachoeira) era chamada pelos índios tupiniquins e uma-ytá, que significava (pedra escura)?

# Você sabe porque essa grande pedra chama-se “de Guerra”?

# Você sabia que na Pedra de Guerra havia algumas inscrições rupestres feitas por antigos índios e que esses desenhos foram destruídos por vândalos?

# Você sabia que foram encontrados três cemitérios indígenas em Banco da Vitória?

# Você sabia que os primeiros escravos africanos que habitaram as terras de Banco da Vitória eram das etnias Bantos e Benguelas?

# Você sabia que um dos quilombos mais famosos na região de Banco da Vitória ficava nos limites ao norte da Fazenda Victória e era conhecido como a Cafua do Morro do Miliqui?

# Você sabia que a Fazenda Victória tinha, no ano de 1840, mais de 120 escravos de origem africana?

# Você sabia que o “fundador” da cidade de Itabuna Felix Severino do Amor Divino, morou em Banco da Vitória?

# Você já ouviu falar do agricultor “Furtado” que tinha uma roca nas proximidades de Banco da Vitória e que essa roça chamava-se Banco do Furtado?

# Você quer saber porque realmente a nossa localidade se chama Banco da Vitória?

As respostas para essas e outras perguntas e surpreendentes descobertas, você terá lendo o nosso livro.

Uma coisa é certa: com a leitura deste livro você terá (mais ainda) orgulho de fazer parte da nossa história.

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  1. Pingback: A Tragédia de Banco da Vitória. | Blog de Banco da Vitória

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