A Faculdade de Medicina de Banco da Vitória.

Por Roberto Carlos Rodrigues

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Muitas pessoas que circulam pela Rodovia Jorge Amado, nas imediações da localidade de Banco da Vitória, não sabem que ali, em tempos áureos já funcionou uma faculdade de Medicina. Na verdade, não era uma faculdade com uso das cátedras e ensino de nível superior, Era, por assim dizer, uma faculdade livre da medicina popular e alternativa.

Naquele então distrito de Ilhéus, só se morria mesmo de morte morrida e ou morte matada. De doença, por mais assustadora que essa fosse, tinha-se sempre um remédio certeiro e eficaz. Ali, os remédios e as curas estavam por todos os cantos e formas, nas rezas, nas plantas, nos frutos, nas águas, na terra e até nas fezes de alguns animais.

Entre aquele povo sempre havia um vizinho curandeiro, uma velha preta, um candomblezeiro, uma velha parteira ou então, meros palpiteiros de curas e remédios salvadores. Estes, vezeiros dos balcões das bodegas.

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