Feliz aniversário, Banco da Vitória.

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Não se sabe ao certo a data da “fundação” do atual bairro de Banco da Vitória. Contudo, tendo como base as incursões nas margens do rio Cachoeira feitas pelos jesuítas portugueses no meio do século XV e registradas nas suas missivas do ano de 1554, onde se ler: “levados pelas grandes últimas marés de março, alcançamos no ano passado as barragens de pedras do rio que vem do sertão distante (rio Cachoeira) e ali fizemos um acampamento para auxiliar nossas expedições ás margens do rio e nas matas”. Carta do padre Leonardo Nunes (1554).

Como sabemos que as últimas marés do mês de março ocorrem entre os dias 21 e 31, então supõe-se que a expedição descrita pelo padre Leonardo Nunes ocorreu na última semana deste mês. Portanto, o embrião do atual bairro de Banco da Vitória foi ocupado neste período.

Então, por suposição ao descrito pelo padre Leonardo Nunes, o Banco da Vitória foi “fundado” na última semana do mês de março de 1553.

Vale frisar que o relato do padre Leonardo Nunes não descreve nenhuma fundação de localidade ou vila. Mas sim, do acampamento feito a margem esquerda do Rio Cachoeira que serviria de base operacional para a catequese na região oeste da capitania de São Jorge dos Ilhéus.

Portanto, Feliz aniversário (extra- oficial) Banco da Vitória. 464 anos!

O povoado de banco da Vitória foi instituído no ano de 1830. O Banco da Vitória foi elevado à categoria de bairro de Ilhéus em 11 de julho de 1989.

Banco da Vitória em 1955.

BOB38.jpgFoto da abertura da estrada Ilhéus Itabuna, ano 1955. Essa foto foi feita pelo geógrafo Milton Santos e encontra-se no seu livro Zona do Cacau, de 1957. A fotografia foi tirada no sentido Ilhéus para Itabuna, na altura da atual proximidade do ponto de ônibus, (em frente à casa de Bibogo e o restaurante de Pitu). A margem esquerda da pista era totalmente desabitada.

Em Ilhéus, as localidades de Pontal, Rio do Braço, Banco da Vitória e Salobrinho tem histórias para contar.

DSC_0017.JPGSegundo o IBGE, 72 bairros, distritos e localidades compõem o município de Ilhéus (BA). No ano de 2016, segundo essa mesma fonte, a população da cidade era de 178.210 habitantes.

Quando o assunto é história a cidade de Ilhéus tem vastos e precisos documentos e livros que relatam sua trajetória desde o ano de 1535, quando se iniciou a ocupação da capitania de São Jorge dos Ilhéus, até os dias atuais.

Contudo, as histórias dos bairros ilheenses são poucas conhecidas ou raramente relatadas. Isso quando, oficialmente.

Além da sede do munícipio, temos relatos históricos genéricos descritos por João da Silva Campos no livro Crônicas da Capitania de São Jorge dos Ilhéus (1936), das ocupações das localidades de Olivença, Outeiro de São Sebastião, São João da Barra do Pontal, Rio do Engenho, margens do Rio Cachoeira, Lagoa Encantada e região das antigas sesmarias da Esperança, Victória e do Iguape.

José Nazal Soub faz no livro, Minha Ilhéus (2005), um excelente resgate histórico da cidade. Principalmente pelos registros fotográficos e documentais.

Maria Luiza Heine, em Ilhéus, uma cidade 50 anos depois, faz uma excelente descrição prosaica do município.

Afora isso, das 72 localidades, distritos e bairros de Ilhéus apenas três tem livros descrevendo suas trajetórias e histórias. O primeiro bairro ilheense que teve sua história contada foi o Pontal, no primoroso livro Pontal Ontem e Hoje, de José Rezende Mendonça. Temos também o livro Rio do Braço, de Osman Matos, o livro Salobrinho: Encanto e Desencanto de um Povoado de Sherney Pereira. e, ultimamente, o bairro de Banco da Vitória teve sua história descrita no livro Banco da Vitória – A História Esquecida, de Roberto Carlos Rodrigues (2015).

Vemos então pelo exposto, que a cidade de Ilhéus está em grande débito para com as histórias dos seus bairros, distritos e localidades.

Localidades seculares de Ilhéus como Olivença, Iguape, Lagoa Encantada, Maria Jape, Inema, Cururupe não tem descritivos históricos. A mesma situação se ver com as localidades mais novas como os bairros do Malhado, Teotônio Vilela, Nossa Senhora da Vitória, Salobrinho etc.

Se a prefeitura de Ilhéus quisesse, bem que poderia publicar um livro com o título História dos Bairros de Ilhéus. Por certo, o departamento de História da UESC e diversos renomados historiadores ilheenses poderiam contribuir e coordenar os trabalhos, bem como a publicação de uma excelente obra.

Mas como preservação histórica parece não ser hábito governamental de Ilhéus, não podemos esperançar nessa proposta. A outra opção é a busca da iniciativa privada para alimentar o sonho dessa obra.

Por enquanto, em Ilhéus, apenas os nativos do Pontal, Rio do Braço e Banco da Vitória podem apresentar suas histórias descritas em livros.

Os demais bairros de Ilhéus orbitam apenas no imaginário da história dessa cidade sul baiana.

A cidade de Ilhéus precisa rever essa situação e colocar as histórias dos seus bairros, distritos e localidades no bojo da sua bela e deslumbrante história.

Livro Banco da Vitória – 2ª. Edição. Reservas e encomendas de exemplares.

livro banco da vitória - CópiaA segunda edição do livro Banco da Vitória – A História Esquecida das Margens Vitoriosas do Rio Cachoeira, já está disponível para encomendas e reservas de exemplares, que serão entregues em 31 de março de 2017, em Banco da Vitória.
 
A nova versão do livro tem 170 páginas e foram incluídos 6 novos capítulos, bem como 44 fotos antigas.
 
A tiragem é limitada a apenas 200 exemplares. Portanto, se você quiser obter um exemplar deste livro, deve, em Banco da Vitória, fazer a encomenda com Cremilda Santana ou Jair Rodrigues.
 
Pela Internet, você poder fazer sua reserva por este link: https://goo.gl/DM7Ghn e pagar com o cartão de crédito.
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O preço do livro é o mesmo da 1ª. Edição. R$ 30,00 e pode ser parcelado no cartão de crédito em até 6 vezes.
 
Observação: só garantimos a entrega dos exemplares reservados e pagos dentro do limite da tiragem (200 exemplares) e do prazo supracitado. Portanto, para garantir o seu exemplar é necessário que você faça o pagamento no ato da reserva e não no dia da entrega.
 
Conheça o sumário do livro Banco da Vitória:
 
1 – Agradecimentos 4
2 – Apresentação 8
3 – Banco da Vitória – A primeira capital do cacau. 13
4 – Banco da Vitória, à sombra da história da Capitania de São Jorge dos Ilhéus 16
5 – Nas Margens do Rio Cachoeira 29
6 – Antes dos Portugueses 39
7 – A influência dos povos africanos em Banco da Vitória 50
8 – A colonização europeia em Banco da Vitória 59
9 – A colonização dos retirantes nordestinos 62
10 – As primeiras explorações da região de Banco da Vitória 65
11 – A Trilha do Banco 73
12 – Ferdinand Freiherr von Steiger-Mussinger: O Barão de Banco da Vitória. 76
13 – A Visita do Príncipe Maximiliano ao Banco da Vitória. 80
14 – A Sesmaria e a Fazenda Victória 83
15 – A origem do nome de Banco da Vitória 92
16 – A Rainha (ou princesa) da Fazenda Vitória 96
17 – O Porto do Jenipapo e o desenvolvimento de Banco da Vitória 102
18 – Os ciclos de desenvolvimento do Banco da Vitória 108
19 – Os Tempos Áureos do Cacau e o desenvolvimento de Banco da Vitória 111
20 – Banco da vitória – A vila que quase virou cidade 123
21 – A estrada Ilhéus – Itabuna e o Declínio de Banco da Vitória 127
22 – O Bairro de Banco da Vitória 132
23 – Alternativas de desenvolvimentos sociais para o Banco da Vitória 136
24 – Os “bairros” de Banco da Vitória e suas referências geográficas 138
25 – Crônicas de Banco da Vitória 144
26 – As Sementes das nossas vitórias 149
27 – Conclusão 154
28 – CEP’s e Ruas da região do bairro de Banco da Vitória 156
29 – Referência históricas de locais e imóveis em Banco da Vitória 159
39 – Referencias locais antigas: 160
31 – Referências Oitivas 162
32 – Referências bibliográficas 163
33 – O Autor 165
 
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Texto descritivo:
 
O Banco da Vitória é uma das localidades mais antigas do Sul da Bahia. Sua ocupação se iniciou no meado do século XV, quando do desbravamento da Capitania de São Jorge dos Ilhéus (BA). Devido ao trecho navegável do rio Cachoeira entre a sede da antiga vila de São Jorge dos Ilhéus e a localidade, por estas terras estiveram padres jesuítas, desbravadores e bandeirantes portugueses, bem como diversos estudiosos europeus.
 
Antes da ocupação portuguesa, a região de Banco da Vitória era disputada por índios Tupiniquins e Aimorés, devido seu caráter religioso para estes povos.
 
Por mais de quatro séculos essa localidade ilheense foi passagem obrigatória para os desbravadores, plantadores de cacau e fundadores de localidades e cidades que surgiram na região Cacaueira do Sul da Bahia.
 
Nas terras de Banco da Vitória foi implantada a secular Sesmaria Victória, depois transformada em fazenda nos anos oitocentistas, onde também havia um dos maiores agrupamentos de escravos africanos no estado da Bahia.
 
Por muitos anos o porto fluvial do Banco da Vitória, chamado de Porto do Jenipapo, foi um dos mais movimentados do estado da Bahia, por onde circulavam centenas de embarcações. No início do século XX o Banco da Vitória tinha ares de cidade e foi depois chamada de a primeira capital do cacau, pelo geógrafo Milton Santos, no livro Zona do Cacau.
 
O Banco da Vitória foi um importante ator na construção da Região Cacaueira do sul da Bahia. Depois, teve o seu desenvolvimento ofuscado pelas crises que assolaram a cultura do cacau.
 
Este livro descreve a história dessa comunidade ilheense ao longo dos séculos e tenta, dentro do possível, restaurar sua importância para o desenvolvimento do município de Ilhéus e a formação da região cacaueira do sul da Bahia.
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Nas margens da Rodovia Jorge Amado, mais de 50 anos de história do antigo depósito da Fazenda Victória.

kaurfmanMuita gente que passa pela Rodovia Jorge Amado, nem percebe em Banco da Vitória, um velho prédio cinquentenário localizado a margem direita dessa Rodovia e a esquina da Ruinha. Esse imóvel foi um dos depósitos de cacau da Fazenda Victória, onde também funcionou um pequeno escritório dessa empresa, que controlava neste imóvel, os caminhões que desciam com cargas direcionadas para a fábrica de chocolate dos Kaufmann, no Centro de Ilhéus.

Neste local também funcionou um famoso restaurante nos anos 80. Depois o prédio foi ocupado por diversos tipos de comércios. Hoje o imóvel repousa silencioso.

Este imóvel viu o apogeu da lavoura cacaueira nos anos 60 e 70 e depois a derrocada dessa lavoura provocada pela vassoura de bruxa, a partir de 1989.

Quando você passar em frente a este imóvel, renda-o homenagem. Ele tem mais história que muitos prédios erguidos às margens da Rodovia Jorge Amado e não sabe por mais quanto tempo ficará aí, como guardião de parte da nossa memória.

Como Ilhéus não prima por preservar seu patrimônio histórico, não tomemos como surpresa se neste local não surja, muito em breve, mais um empreendimento comercial.
Como seu primo, o prédio do antigo matadouro de Ilhéus foi demolido sem cerimônia de adeus, como imaginar outro destino para este imóvel?

Em outra cidade, este imóvel seria um pequeno museu da Sesmaria e Fazenda Victória. Outras cidades, em outros ares, como o patrimônio histórico de Ilhéus, viveriam apenas de turismo. E todas seriam prósperas.

Lançamento: livro Prosas e Causos de Banco da Vitória. (Versões em PDF e áudio (MP3).

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Agora você pode relembrar as divertidas prosas e causos de Banco da Vitória contadas por Roberto Carlos Rodrigues em duas formas: (1) – Arquivo PDF (para ler no seu computador ou tablet (e imprimir, se quiser!) e (2) – em arquivos de áudio (MP3), para você poder ouvir no seu celular, no carro, no som da sua casa ou no PC.

O livro Prosas e Causos de Banco da Vitória (Comprar) tem agora essas duas versões para você puder baixa-las para seu dispositivo móvel e se divertir com as nossas pitorescas estórias.

Para adquiri esses produtos por apenas R$ 6,90 você precisa apenas fazer uma doação neste valor mínimo e ter acesso a todo o conteúdo logo após a confirmação do seu pagamento.

O livro Prosas e Causos de Banco da Vitória em PDF tem 120 páginas. O arquivo em MP3 é composto de 60 áudios e com mais de duas horas de duração.

Lembre-se estes produtos são digitais e serão enviados para seu e-mail. Não enviaremos cópias impressas ou CD para seu endereço. Os acessos aos produtos serão feitos pela Internet.

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Livro: Dona Lia – A Matriarca de Banco da Vitória

Conheça a vida, trajetória, história e o legado de Dona Lia, A Matriarca de Banco da Vitória. O livro e o áudio são gratuitos e podem ser baixados clicando nas figuras abaixo:ebook grátis itercriar 2

capa liaDona Lia A Matriarca de Banco da Vitória. Por Roberto Carlos Rodrigues

A casa é fácil de ser encontrada. Fica no número 17 na Praça Guilherme Xavier, no Centro de Banco da Vitória.  Na pequena varanda, uma senhora octogenária observa a calmaria daquele ambiente que bem conhece como poucos. Seus olhos buscam o céu azul do lugar e suas lembranças repousam sobre todo aquele solo, paralelepípedos e sua gente trabalhadora e feliz. Dona Lia, está bela e reluzente como uma linda senhora. Ela viu aquele arruado se transformar em povoado. O povoado em vila, a vila em distrito e este em bairro de Ilhéus. Dona Lia viu muita gente nascer, viver e morrer naquele lugar. Ela é uma testemunha viva da evolução dessa comunidade ribeirinha. Dona Lia baixa lentamente os olhos e observa carinhosamente suas mãos, agora tão cansadas e frágeis. Depois sorri calmamente como quem lembra de algo bom. Levanta a vista, olha novamente as onze arvores que adornam a praça Guilherme Xavier e sorri estridentemente como uma criança alegre. Dona Lia está feliz e realizada. Ela faz parte da alma deste lugar.

Muita gente amou e ama fervorosamente o Banco da Vitória. Muita gente fez e faz muito por esta comunidade. Muitos recitam seus amores poéticos por este lugar. Contudo, ninguém contribuiu mais para o desenvolvimento da nossa comunidade do que Seu Joaquim e sua amada esposa Dona Lia.

Zeca Serafim de Banco da Vitória parte em nova jornada.

zecaEssa semana o Banco da Vitória perdeu um dos seus filhos mais amados. Foi levado à Glória, na última segunda-feira, o desportista Zeca Serafim. Zeca criou o time Ypiranga Futebol Clube, (que depois foi comandado por Xisto Gomes), participou ativamente na implantação da Sociedade de Melhoramentos de Banco da Vitória, (atual Clube Social), da construção de Igreja de Nossa Senhora da Conceição e na implantação da antiga feira de Banco da Vitória. Por várias décadas foi um conselheiro político em prol da nossa comunidade e muitas melhorias sociais foram trazidas por sua iniciativa e liderança. Era também um profundo conhecedor da história de Banco da Vitória. Descanse em paz Zeca Serafim.

Abaixo um vídeo da Família Serafim onde se ver a alegria deste nobre cidadão.

https://www.youtube.com/watch?v=B2PEtKglnFo

Dias de Canícula, em Banco da Vitória. (Prosas e Causos de Banco da Vitória – Volume 2).

Dias de Canícula em banco da vitóriaPor Roberto Carlos Rodrigues.

Josias Xavier era um homem culto que dormia, acordava e vivia sobre os livros. Por ser um literato prolífico, ele gostava de utilizar nas suas falas termos poucos usuais entre os moradores de Banco da Vitória.

No ano de 1974 uma grande seca abateu sobre o Sul da Bahia e queimou todos os tons de verdes das matas e dos cacauais.

Naquele ano, segundo Seu Josias Xavier, – então dono do Bar A Zebrinha -, a temperatura em Banco da Vitória chegou aos pingos dos 37 graus Celsius e povo soava em baldes.

Num domingo daquele tórrido ano, as margens do campo de futebol da localidade, Seu Josias e seus amigos Duba, Faustino, Péricles Melo, Paulo Rocha, Milton Numes, Oliveira, Antônio Isaías entre outros assistiam uma partida de futebol disputada sob o sol de rachar os crânios.

Seu Josias, diante do calor daquela tarde, disse para o grupo de amigos:

– Estamos vivendo dias de Canícula, em Banco da Vitória.

Seu Antônio Isaías, como de praxe gozadora, então questionou:

– Dias de can o quê?

Seu Josias, em posse da sua profunda gnose sobre os significados das palavras, respondeu como uma autoridade linguística:

– Canícula é um tipo de calor intenso, quase insuportável, abrasante.

Seu Antônio Isaías então retrucou do seu modo alegre:

– Josias, no meu dicionário isso se chama apenas Calor do Cão. Este Can aí deve ser o nome atacante desse seu time, que chuta mais o chão do que a bola.

Do outro lado do campo Gaguinho gritou – É Gol!

Seu Oliveira corrigiu:

– Não foi gol não!. A bola bateu na rede pelo lado de fora.

Seu Josias arrematou em dons de sabedoria.

– Gaguinho deve estar com ablepsia.

Seu Antônio Isaías então argumentou fortemente:

– Josias! Josias! Não arruma nome difícil para a pinga que Gaguinho toma.

– Antônio, ablepsia é sinônimo de cegueira. Respondeu elegantemente Josias Xavier.

Seu Antonio Isaías então argumentou:

– Ainda bem. Eu pensei que era um tipo de febre, irmão do seu calor do cão.