Despedida da Lenda: Bibogo

Banco da Vitória se despede de umas das suas lendas: José Cardoso dos Santos (Bibogo) (*21/02/1945 +30/10/2019). De gota em gota, de perdas contantes e tristes despedidas, a nossa comunidade se esvazia, entristeça e chora. Estamos ficando empobrecidos de figuras históricas.

Vivemos os tempos das colheitas do Senhor. Como o plantio estar raro, cabe perguntar: O que estamos semeando?

Descanse em paz, meu amigo Cardosinho. Siga a Lua e até breve.

Praça Guilherme Xavier – O Coração de Banco da Vitória

Por Roberto Carlos Rodrigues

Guilherme Xavier era um próspero comerciante de compra e venda de cacau em Banco da Vitória, Ilhéus BA. Sua família se estabeleceu na localidade no final do século XIX e era dona de um pequeno sítio que existia onde atualmente está localizado o posto de combustível, entre a margem da Rodovia Jorge Amado e a esquina da entrada da estrada de Maria Jape.

O cidadão que dar nome a essa praça em Banco da Vitória, tinha no início do século XX, um armazém de compra e venda de cacau, localizado bem em frente ao atual Clube Social e seus familiares tinham grandes participações no comércio e na sociedade desse antigo povoado Ilheense.

Antigamente a atual praça Guilherme Xavier se chamava Rua Beira Rio e era apenas uma extensão da atual Rua Dois de Julho. No início dessa rua havia uma bifurcação para a Trilha do Banco (caminho beirando o Rio Cachoeira que interligava o Banco da Vitória à Vila de Cachoeira) e outra estrada que seguia para a fazenda Victória, beirando o atual campo de futebol e depois a Travessa Oito de Dezembro).

O atual traçado desse logradouro foi estabelecido no início do século XX, quando o Banco da Vitória era um dos maiores centros comerciais do Sul da Bahia. Nessa praça, havia no início do século XX, diversas empresas de compra e venda de cacau, bem como órgãos de coletoria de impostos, saúde, escolas, delegacia de polícia, pousadas e lojas de produtos agrícolas e do lar.

No meio do século passado foram implantados nessa praça dois prédios históricos da localidade, sendo: a Sociedade de Melhoramentos de Banco da Vitória (Clube Social) e a igreja de Nossa Senhora da Conceição.

Ao redor da praça Guilherme Xavier havia também uma grande feira, que nos anos 60 foi transferida para um grande galpão (erguido bem em frente a atual casa de dona Lia Araújo). Esse galpão era chamado de Barracão e por mais de 30 anos foi o local da segunda maior feira do munícipio de Ilhéus. Só perdia em porte para a feira da Avenida Dois de Julho, no centro da cidade.

Onde reside a professora Nerilda Pereira existiu por mais de 60 anos uma pequena usina de geração de energia elétrica. Dos anos 50 até o início da década de 70 quem comandou essa usina foi Nestor Pereira da Cruz, o lendário Nestor Cotó. Essa usina foi desativada quando da instalação de energia elétrica distribuída pela Coelba.

Nos anos 60 do século passado foi construído, (bem em frete ao atual Clube Social) um chafariz público. Esse prédio se chamava O Gomador (porque tinha um formato de ferro de passar roupas) e tinha com propósito trazer água da antiga represa do sopé da Mata da Rinha (atual Rua da Represa) até o centro do antigo distrito de Banco da Vitória. Devido vários problemas de vazamentos na tubulação de manilhas de barro, o chafariz foi desativado e depois demolido no início da década de setenta.

Na década seguinte, outro chafariz público foi instalado nesse logradouro e dessa vez, sendo abastecido com água advinda da Represa do Iguape. Esse último chafariz funcionou por mais de 10 anos e estava localizado onde atualmente funciona o Módulo Policial.

Na Praça Guilherme Xavier já funcionam os seguintes estabelecimentos e órgãos públicos:

Loja e armazém de Seu Apolónio e Dona Menininha (pais de dona Lia);
Venda de Dona Serafim,
Delegacia de polícia,
Posto telefônico,
Consultório médico de Dr. José Moura Costa,
Barbearia de Seu Faustino,
Armazém de Raimundo Ribeiro,
Bar A Zebrinha (de Josias Javier).
Oficina mecânica de Nestor Cotó,
Banca de Revista da Professora Gláucia,
Cartório de Registro Civil com Funções Notarias, (Seu Zequinha);
Escola Vovô Nestor,
O Cinema de Banco da Vitória (que funcionava no clube social)
Boite Glutes (de Dona Loura);
Bar de Godó.
Blitz Bar (de Jaia Melo),
Bar de Iracema.
Bar de Miraldo.

Além desses icônicas referências locais, a Praça Guilherme Xavier foi reduto de dezenas de lendários moradores da nossa comunidade como: seu Cazeza Duarte, Nestor Pereira, Dona Bela, Milton Nunes, Raimundo Ribeiro e sua esposa dona Nalva, Josias Xavier e sua esposa dona Creusa, Seu Guilherme, Seu Faustino, Farrabufado e sua esposa, Seu Julho e sua esposa Doina Zizi, José Oliveira Nunes e sua esposa dona Enaura, seu Apolônio, dona Menininha, Seu Joaquim, Donília Serafim, Professor Chicão e Zilda Soares.

Atualmente, vivem nesse logradouro verdadeiras lendas vivas da nossa comunidade. São muitos, graças a Deus.

Contudo, a atual Praça Guilherme Xavier nada lembra o frenético e efervescente logradouro que era no final do século passado.

Por certo, essa praça traz em cada pedra que cobre suas extensões, belas e memoráveis lembranças.

Na verdade, a praça Guilherme Xavier não é o coração do bairro de Banco da Vitória. É sua alma.

Livro Banco da Vitória – A história Esquecida das Margens Vitoriosas do Rio Cachoeira. – 2ª. Edição. ESGOTADA.

Conheça a história do Banco da Vitória, bairro de Ilhéus. Livro descreve a história dessa localidade desde o início da colonização portuguesa no Brasil, desde o meado de século XVi até os dias atuais. Conheça as personagens históricas da nossa comunidade, a história da Fazenda Victória, a colonização europeia e africana das margens do Rio Cachoeira e a importância do Banco da Vitória para o fomento e desenvolvimento da Região Cacaueira do Sul da Bahia.

Resultado de mais de 20 anos de pesquisas e estudos, este livro escrito por Roberto Carlos Rodrigues, traça o perfil histórico e social da formação e desenvolvimento dessa comunidade ilheense.

Nesta 2ª. Edição foram incluídos 8 novos capítulos e 32 fotografias e registros visuais da localidade. O livro tem 190 páginas.

No dia 11 de Novembro de 2017, das 15 às 18 horas, o autor estará em Banco da Vitória, na Praça Guilherme Xavier, (em frente à casa de Dona Lia Araújo) para autografar os exemplares.

Lembrete: Este livro não é enviado pelos Correios. Moradores fora de Banco da Vitória terão de pedir a alguém da comunidade que compre o livro e envie-o.

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Livro: A História de Banco da Vitória. Versão 2017. ESGOTADA.

Livro: A História de Banco da Vitória. Versão 2017. Agora com 190 páginas.

Conheça melhor a história da nossa comunidade. Adquira o livro Banco da Vitória – A História Esquecida.

Para fazer a reserva do seu exemplar em Banco da Vitória procure a professora Cremilda Santana ou Jair Rodrigues. Os livros serão disponibilizados no dia 01 de setembro de 2017 e atenderão a ordem de reserva.

Observação: Os livros NÃO serão enviados pelo correios nem reservados pelas Redes Sociais. É necessário procurar Cremilda e Jair para receber o livro reservado.

Nenhum texto alternativo automático disponível.

Feliz aniversário, Banco da Vitória.

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Não se sabe ao certo a data da “fundação” do atual bairro de Banco da Vitória. Contudo, tendo como base as incursões nas margens do rio Cachoeira feitas pelos jesuítas portugueses no meio do século XVI e registradas nas suas missivas do ano de 1554, onde se ler: “levados pelas grandes últimas marés de março, alcançamos no ano passado as barragens de pedras do rio que vem do sertão distante (rio Cachoeira) e ali fizemos um acampamento para auxiliar nossas expedições ás margens do rio e nas matas”. Carta do padre Leonardo Nunes (1554).

Como sabemos que as últimas marés do mês de março ocorrem entre os dias 21 e 31, então supõe-se que a expedição descrita pelo padre Leonardo Nunes ocorreu na última semana deste mês. Portanto, o embrião do atual bairro de Banco da Vitória foi ocupado neste período.

Então, por suposição ao descrito pelo padre Leonardo Nunes, o Banco da Vitória foi “fundado” na última semana do mês de março de 1553. Acredito e assevero que foi no dia 28 de Março.

Vale frisar que o relato do padre Leonardo Nunes não descreve nenhuma fundação de localidade ou vila. Mas sim, do acampamento feito a margem esquerda do Rio Cachoeira que serviria de base operacional para a catequese na região oeste da capitania de São Jorge dos Ilhéus.

Portanto, Feliz aniversário (extra- oficial) Banco da Vitória. 464 anos! Viva 28 de março.

O povoado de Banco da Vitória foi instituído no ano de 1830. O Banco da Vitória foi elevado à categoria de bairro de Ilhéus em 11 de julho de 1989.

Banco da Vitória em 1955.

BOB38.jpgFoto da abertura da estrada Ilhéus Itabuna, ano 1955. Essa foto foi feita pelo geógrafo Milton Santos e encontra-se no seu livro Zona do Cacau, de 1957. A fotografia foi tirada no sentido Ilhéus para Itabuna, na altura da atual proximidade do ponto de ônibus, (em frente à casa de Bibogo e o restaurante de Pitu). A margem esquerda da pista era totalmente desabitada.

Em Ilhéus, as localidades de Pontal, Rio do Braço, Banco da Vitória e Salobrinho tem histórias para contar.

DSC_0017.JPGSegundo o IBGE, 72 bairros, distritos e localidades compõem o município de Ilhéus (BA). No ano de 2016, segundo essa mesma fonte, a população da cidade era de 178.210 habitantes.

Quando o assunto é história a cidade de Ilhéus tem vastos e precisos documentos e livros que relatam sua trajetória desde o ano de 1535, quando se iniciou a ocupação da capitania de São Jorge dos Ilhéus, até os dias atuais.

Contudo, as histórias dos bairros ilheenses são poucas conhecidas ou raramente relatadas. Isso quando, oficialmente.

Além da sede do munícipio, temos relatos históricos genéricos descritos por João da Silva Campos no livro Crônicas da Capitania de São Jorge dos Ilhéus (1936), das ocupações das localidades de Olivença, Outeiro de São Sebastião, São João da Barra do Pontal, Rio do Engenho, margens do Rio Cachoeira, Lagoa Encantada e região das antigas sesmarias da Esperança, Victória e do Iguape.

José Nazal Soub faz no livro, Minha Ilhéus (2005), um excelente resgate histórico da cidade. Principalmente pelos registros fotográficos e documentais.

Maria Luiza Heine, em Ilhéus, uma cidade 50 anos depois, faz uma excelente descrição prosaica do município.

Afora isso, das 72 localidades, distritos e bairros de Ilhéus apenas três tem livros descrevendo suas trajetórias e histórias. O primeiro bairro ilheense que teve sua história contada foi o Pontal, no primoroso livro Pontal Ontem e Hoje, de José Rezende Mendonça. Temos também o livro Rio do Braço, de Osman Matos, o livro Salobrinho: Encanto e Desencanto de um Povoado de Sherney Pereira. e, ultimamente, o bairro de Banco da Vitória teve sua história descrita no livro Banco da Vitória – A História Esquecida, de Roberto Carlos Rodrigues (2015).

Vemos então pelo exposto, que a cidade de Ilhéus está em grande débito para com as histórias dos seus bairros, distritos e localidades.

Localidades seculares de Ilhéus como Olivença, Iguape, Lagoa Encantada, Maria Jape, Inema, Cururupe não tem descritivos históricos. A mesma situação se ver com as localidades mais novas como os bairros do Malhado, Teotônio Vilela, Nossa Senhora da Vitória, Salobrinho etc.

Se a prefeitura de Ilhéus quisesse, bem que poderia publicar um livro com o título História dos Bairros de Ilhéus. Por certo, o departamento de História da UESC e diversos renomados historiadores ilheenses poderiam contribuir e coordenar os trabalhos, bem como a publicação de uma excelente obra.

Mas como preservação histórica parece não ser hábito governamental de Ilhéus, não podemos esperançar nessa proposta. A outra opção é a busca da iniciativa privada para alimentar o sonho dessa obra.

Por enquanto, em Ilhéus, apenas os nativos do Pontal, Rio do Braço e Banco da Vitória podem apresentar suas histórias descritas em livros.

Os demais bairros de Ilhéus orbitam apenas no imaginário da história dessa cidade sul baiana.

A cidade de Ilhéus precisa rever essa situação e colocar as histórias dos seus bairros, distritos e localidades no bojo da sua bela e deslumbrante história.

Livro Banco da Vitória – 2ª. Edição. Esgotada.

livro banco da vitória - CópiaA segunda edição do livro Banco da Vitória – A História Esquecida das Margens Vitoriosas do Rio Cachoeira, já está disponível para encomendas e reservas de exemplares, que serão entregues em 31 de março de 2017, em Banco da Vitória.
 
A nova versão do livro tem 170 páginas e foram incluídos 6 novos capítulos, bem como 44 fotos antigas.
 
A tiragem é limitada a apenas 200 exemplares. Portanto, se você quiser obter um exemplar deste livro, deve, em Banco da Vitória, fazer a encomenda com Cremilda Santana ou Jair Rodrigues.
 
 
 
Conheça o sumário do livro Banco da Vitória:
 
1 – Agradecimentos 4
2 – Apresentação 8
3 – Banco da Vitória – A primeira capital do cacau. 13
4 – Banco da Vitória, à sombra da história da Capitania de São Jorge dos Ilhéus 16
5 – Nas Margens do Rio Cachoeira 29
6 – Antes dos Portugueses 39
7 – A influência dos povos africanos em Banco da Vitória 50
8 – A colonização europeia em Banco da Vitória 59
9 – A colonização dos retirantes nordestinos 62
10 – As primeiras explorações da região de Banco da Vitória 65
11 – A Trilha do Banco 73
12 – Ferdinand Freiherr von Steiger-Mussinger: O Barão de Banco da Vitória. 76
13 – A Visita do Príncipe Maximiliano ao Banco da Vitória. 80
14 – A Sesmaria e a Fazenda Victória 83
15 – A origem do nome de Banco da Vitória 92
16 – A Rainha (ou princesa) da Fazenda Vitória 96
17 – O Porto do Jenipapo e o desenvolvimento de Banco da Vitória 102
18 – Os ciclos de desenvolvimento do Banco da Vitória 108
19 – Os Tempos Áureos do Cacau e o desenvolvimento de Banco da Vitória 111
20 – Banco da vitória – A vila que quase virou cidade 123
21 – A estrada Ilhéus – Itabuna e o Declínio de Banco da Vitória 127
22 – O Bairro de Banco da Vitória 132
23 – Alternativas de desenvolvimentos sociais para o Banco da Vitória 136
24 – Os “bairros” de Banco da Vitória e suas referências geográficas 138
25 – Crônicas de Banco da Vitória 144
26 – As Sementes das nossas vitórias 149
27 – Conclusão 154
28 – CEP’s e Ruas da região do bairro de Banco da Vitória 156
29 – Referência históricas de locais e imóveis em Banco da Vitória 159
39 – Referencias locais antigas: 160
31 – Referências Oitivas 162
32 – Referências bibliográficas 163
33 – O Autor 165
 
 
Texto descritivo:
 
O Banco da Vitória é uma das localidades mais antigas do Sul da Bahia. Sua ocupação se iniciou no meado do século XVI, quando do desbravamento da Capitania de São Jorge dos Ilhéus (BA). Devido ao trecho navegável do rio Cachoeira entre a sede da antiga vila de São Jorge dos Ilhéus e a localidade, por estas terras estiveram padres jesuítas, desbravadores e bandeirantes portugueses, bem como diversos estudiosos europeus.
 
Antes da ocupação portuguesa, a região de Banco da Vitória era disputada por índios Tupiniquins e Aimorés, devido seu caráter religioso para estes povos.
 
Por mais de quatro séculos essa localidade ilheense foi passagem obrigatória para os desbravadores, plantadores de cacau e fundadores de localidades e cidades que surgiram na região Cacaueira do Sul da Bahia.
 
Nas terras de Banco da Vitória foi implantada a secular Sesmaria Victória, depois transformada em fazenda nos anos oitocentistas, onde também havia um dos maiores agrupamentos de escravos africanos no estado da Bahia.
 
Por muitos anos o porto fluvial do Banco da Vitória, chamado de Porto do Jenipapo, foi um dos mais movimentados do estado da Bahia, por onde circulavam centenas de embarcações. No início do século XX o Banco da Vitória tinha ares de cidade e foi depois chamada de a primeira capital do cacau, pelo geógrafo Milton Santos, no livro Zona do Cacau.
 
O Banco da Vitória foi um importante ator na construção da Região Cacaueira do sul da Bahia. Depois, teve o seu desenvolvimento ofuscado pelas crises que assolaram a cultura do cacau.
 
Este livro descreve a história dessa comunidade ilheense ao longo dos séculos e tenta, dentro do possível, restaurar sua importância para o desenvolvimento do município de Ilhéus e a formação da região cacaueira do sul da Bahia.

Nas margens da Rodovia Jorge Amado, mais de 50 anos de história do antigo depósito da Fazenda Victória.

kaurfmanMuita gente que passa pela Rodovia Jorge Amado, nem percebe em Banco da Vitória, um velho prédio cinquentenário localizado a margem direita dessa Rodovia e a esquina da Ruinha. Esse imóvel foi um dos depósitos de cacau da Fazenda Victória, onde também funcionou um pequeno escritório dessa empresa, que controlava neste imóvel, os caminhões que desciam com cargas direcionadas para a fábrica de chocolate dos Kaufmann, no Centro de Ilhéus.

Neste local também funcionou um famoso restaurante nos anos 80. Depois o prédio foi ocupado por diversos tipos de comércios. Hoje o imóvel repousa silencioso.

Este imóvel viu o apogeu da lavoura cacaueira nos anos 60 e 70 e depois a derrocada dessa lavoura provocada pela vassoura de bruxa, a partir de 1989.

Quando você passar em frente a este imóvel, renda-o homenagem. Ele tem mais história que muitos prédios erguidos às margens da Rodovia Jorge Amado e não sabe por mais quanto tempo ficará aí, como guardião de parte da nossa memória.

Como Ilhéus não prima por preservar seu patrimônio histórico, não tomemos como surpresa se neste local não surja, muito em breve, mais um empreendimento comercial.
Como seu primo, o prédio do antigo matadouro de Ilhéus foi demolido sem cerimônia de adeus, como imaginar outro destino para este imóvel?

Em outra cidade, este imóvel seria um pequeno museu da Sesmaria e Fazenda Victória. Outras cidades, em outros ares, como o patrimônio histórico de Ilhéus, viveriam apenas de turismo. E todas seriam prósperas.

Lançamento: livro Prosas e Causos de Banco da Vitória. (Versões em PDF e áudio (MP3).

Lançamento: livro Prosas e Causos de Banco da Vitória. (Versões em PDF e áudio (MP3).CAPA 1 N1.jpg

Agora você pode relembrar as divertidas prosas e causos de Banco da Vitória contadas por Roberto Carlos Rodrigues em duas formas: (1) – Arquivo PDF (para ler no seu computador ou tablet (e imprimir, se quiser!) e (2) – em arquivos de áudio (MP3), para você poder ouvir no seu celular, no carro, no som da sua casa ou no PC.

O livro Prosas e Causos de Banco da Vitória (Comprar) tem agora essas duas versões para você puder baixa-las para seu dispositivo móvel e se divertir com as nossas pitorescas estórias.

Para adquiri esses produtos por apenas R$ 6,90 você precisa apenas fazer uma doação neste valor mínimo e ter acesso a todo o conteúdo logo após a confirmação do seu pagamento.

O livro Prosas e Causos de Banco da Vitória em PDF tem 120 páginas. O arquivo em MP3 é composto de 60 áudios e com mais de duas horas de duração.

Lembre-se estes produtos são digitais e serão enviados para seu e-mail. Não enviaremos cópias impressas ou CD para seu endereço. Os acessos aos produtos serão feitos pela Internet.