Como Chegar em Banco da Vitória

banco logoComo Chegar em Banco da Vitória – Ilhéus – Bahia.

No município de Ilhéus, o bairro de Banco da Vitória se situa entre o rio Cachoeira e os três montes ao noroeste (Alto Santa Clara, Alto da Bela Vista e Alto da Mata da Rinha, (onde se encontra a Invasão do Iraque). Todos esses montes têm coberturas remanescentes da Mata Atlântica e fazem divisa com a Reserva Florestal da Mata da Esperança.

O acesso convencional ao Banco da Vitória ocorre pela Rodovia Jorge Amado (BA 415) que interliga as cidades de Ilhéus e Itabuna e corta esse bairro de Ilhéus. A localidade de Banco da Vitória dista 6 quilômetros de Ilhéus e 19 quilômetros de Itabuna.

De veículo, saindo do centro de Ilhéus, gasta-se em média 15 minutos para chegar ao Banco da Vitória. Diversas linhas de ônibus passam pelo Banco da Vitória, inclusive o ônibus municipal de Ilhéus que tem como ponto final o bairro de Salobrinho.

O Banco da Vitória fica localizado a 8 quilômetros do bairro de Salobrinho, onde está instalada a UESC (Universidade Estadual de  Santa Cruz) e a 16 quilômetros da sede nacional da CEPLAC –  (Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira).

Ao Leste a localidade faz divisa com o bairro Teotônio Villela e ao oeste com o distrito de Vila Cachoeira. Ao Norte a divisa é com o bairro do Iguape e ao Sul, com o rio Cachoeira.

Pode-se também chegar ao Banco da Vitória navegando pelo Rio Cachoeira. O percurso é o seguinte: adentrando a foz da baía do Pontal (Coroa Grande, formada pelos encontros dos rios Itacanoeira, Cachoeira e Santana) em Ilhéus, as embarcações pequenas podem seguir a ‘entrada do meio’ e chegar ao Rio Cachoeira. Navegando o rio a cima, passa-se pela antiga localidade chamada Golmeira (atual bairro Teotônio Villela). Um pouco acima atravessa a Fazenda Porto Novo e por fim se chega ao Banco da Vitória. A partir deste ponto o Rio Cachoeira não é mais navegável.

Saindo de Banco da Vitória tem ainda diversas estradas rurais. Uma inicia na ponte sobre o Rio Cachoeira (atrás do Convento das Freiras) e passa pelo povoado de Maria Jape, onde se tem uma derivação para o Rio do Engenho e a Alta Demanda (fazendas da região do distrito de Cachoeira).

Outra estrada se inicia no final da Rua São Pedro e ruma para a Fazenda Victória. Antes desta propriedade, logo após o cemitério da comunidade, tem um desvio a direita, rumando para o alto da Santa Clara. Aí, essa derivação encontra com outra estrada que se inicia no alto da Bela Vista. A partir desse ponto, uma estrada alcança a Represa do Iguape e depois a Rodovia Ilhéus Uruçuca.

Por último, outra estrada se inicia na Rua da Represa, no meio sopé do Alto da Bela Vista, circunda parte do Alto do Iraque e alcança a Mata da Rinha e depois a Mata da Esperança.

Saindo de Banco da Vitória em direção a Ilhéus se encontra a famosa Bica da Água Boa, local preferido pelo escritor Jorge Amado para apreciar o Rio Cachoeira. Mas a frente é possível conhecer a centenária Fazenda Porto Novo, onde se faz turismo ecológico e se conhece plantações de cacau orgânico.

Em Banco da Vitória é possível saborear diversas iguarias da culinária regional como as saborosas moquecas de peixes e camarões e pitus aferventados. Há também na localidade diversas churrascarias e vários bares. Além disto, vendem-se ao longo da rodovia frutas regionais e principalmente os famosos cocos gelados. Encontram-se também nessa localidade diversas casas de artesanatos e produtos naturais.

Em Banco da Vitória, comi pontos de visitações recomenda-se a visitação a Bica da Água Boa, o antigo porto do Jenipapo, a Pedra de Guerra, o cruzeiro da Rua Dois de Julho, a ponte sobre o Rio Cachoeira, A ladeira do Alto da Santa Clara (Descansa Caixão), a histórica Fazenda Victória, o Convento das Freiras, a Creche, os seminários católicos, a escola Daniel Rebouças, a Fazenda Pirataquisé e a Fazenda Aliança.

Pode-se também entrar na localidade e conhecer a Rua Aldair, bem como conhecer a casa onde o jogador da Seleção Brasileira de Futebol nasceu. Na Praça Guilherme Xavier tem a Igreja de Nossa Senhora da Conceição e o famoso Clube Social. Pode também conhecer o campo de futebol da localidade, A Rua dos Artistas, Rua Dois de Julho e o Grupo Escolar Herval Soledade. Atrás deste, se localiza o Campo do Pacaembu.

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Minhas leituras atuais – Janeiro 2012

Comecei o ano de 2012 com dois compromissos e um propósito. Os compromissos são: administrar melhor o meu tempo e com isso ser bem mais produtivo e; aumentar a minha religiosidade. Como auxilio educacional estou lendo o fantástico livro A Tríade do Tempo, de Christian Barbosa, um excelente guia para quem quer administrar sua vida e não somente controlar seu tempo. O outro livro é o magistral A História, de The Zondervan Corporation que descreve a Bíblia como um livro de história, com capítulos pequenos e arrematados de referências históricas. Muito bom. Como o meu propósito para este ano e tornar-me uma pessoa melhor, acho que estou dando os primeiros passos nesse caminhada e espero que você leia também bons livros.

Livro: 1001 Dias que Abalaram o Mundo

Enfim publicado no Brasil, o livro 1001 Dias que Abalaram o Mundo, de Peter Furtado (Ed. Sextante) é a minha primeira recomendação de leitura para 2012. Para os amantes da história, esse livro é um achado interessante, pois sintetiza os fatos históricos em páginas únicas por ordem cronológica. Alem da primazia dos textos o livro é excelentemente ilustrado. Vale a leitura.

Fundação Cultural comemora aniversário de Jorge Amado

Na próxima quarta-feira (10) Jorge Amado completaria 99 anos, caso estivesse vivo. Para comemorar a data, a Prefeitura de Ilhéus, por meio da Fundação Cultural, está organizando uma extensa e diversificada programação de eventos, que se estende até o dia 26 deste mês. Além de festejar 99º aniversário do escritor grapiúna, os eventos marcam a abertura oficial da programação alusiva ao centenário do autor de títulos mundialmente conhecidos como “País do Carnaval”, “Capitães de Areia” e “Gabriela, Cravo e Canela”.

Na opinião do presidente da Fundação Cultural e coordenador do evento, Maurício Corso, o projeto 99+1 contempla o presente sem esquecer o futuro, “sendo o projeto embasado por uma série de iniciativas que vão englobar outras esferas como a educação e o turismo, deixando um legado para as próximas gerações, além de homenagear o escritor que revelou nossa terra e todas as suas belezas e riquezas para o mundo”. A iniciativa é fruto, pontuou Maurício, de várias reuniões e encontros, iniciados há cerca de um e meio, entre representantes da Fundação Cultural, da Universidade Estadual de Santa Cruz, entre outras entidades.

O ponto alto das comemorações – dia 10 – será iniciado com alvorada de fogos das 7 horas às 7h15min; seguido de culto ecumênico, com início das 7h30min, na praça Dom Eduardo. Familiares do escritor Jorge Amado, autoridades da região e comunidade em geral devem participar da celebração religiosa, que contará com representantes do catolicismo, protestantismo, espiritismo e do candomblé. Às 8h30min será realizado o Café Cultural no Bar Vesúvio e, em seguida, o Teatro Municipal de Ilhéus sedia o 9º Encontro Regional do Proler, que este ano traz o tema “A narrativa de Jorge e a representação do Amado Sul-baiano”.

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Amado Jorge – Fascinante, a trajetória de Jorge Amado confunde-se com a própria história cultural do século XX

Fonte:  Revista Literatura

João Amado Faria leva seu filho adolescente de volta para o internato, após o período de férias. Despedem-se e João vai embora, acreditando ter deixado o filho na segurança do colégio de padres. Vai descobrir seu engano somente alguns meses mais tarde, ao saber que o garoto, na verdade, está na fazenda do avô, aonde chegou após uma longa viagem solitária pelo interior da Bahia. O jovem é levado de volta para o colégio e, depois desse episódio, desiste das fugas materiais e passa a se concentrar numa artimanha mais elaborada de fuga e protesto: a escrita. Esse jovem é Jorge Amado de Faria. O nosso Jorge Amado.

Nascido numa fazenda no interior do distrito de Itabuna e tendo sido um aluno exemplar, Jorge Amado é aprovado entre os primeiros colocados na Faculdade de Direito da Universidade do Rio de Janeiro, estado para o qual se transfere em 1930, então com 18 anos. Já no ano seguinte vê seu primeiro romance, O país do carnaval, ser publicado. Com tiragem de mil exemplares, o livro foi bem recebido por público e crítica. Após uma viagem pela zona cacaueira da Bahia, Jorge Amado escreve e publica o romance Cacau, em 1933. Nessa época, conhece Graciliano Ramos , com quem travaria uma amizade duradoura. No ano seguinte, publica o romance Suor. Nessa época, Jorge Amado não vivia exclusivamente de literatura; foi uma fase de diversos trabalhos como jornalista e editor para várias revistas cariocas.

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